Cisplatina

Que lesão de órgão cisplatina pode causar? agranulocitose, trombocitopenia, lesão hepática medicamentosa, cardiomiopatia, lesão renal aguda, disfunção cardíaca por terapia oncológica, neuropatia periférica, encefalopatia, infarto do miocárdio, nefrite intersticial aguda, bradicardia, exantema medicamentoso, anemia hemolítica, convulsão, nefropatia, insuficiência renal, perturbação sensorial, transtorno auditivo, citopenia, surdez, leucopenia, neutropenia, anemia, perda auditiva sensorioneural, alopécia, infertilidade, hiperalgesia, necrose tubular aguda, zumbido, doença cerebrovascular, nevralgia, menopausa prematura, proteinúria, nefrite, arritmia cardíaca, infertilidade masculina, transtorno alimentar, uremia, perturbação cognitiva, pica, parestesia, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, acidente vascular cerebral, isquémia cerebral, cegueira, disfunção cognitiva, anafilaxia, doença de Raynaud, neuropatia óptica, síndrome hemolítica-urémica, coronariopatias, infarto cerebral, hipotensão arterial, epilepsia, síndrome de Fanconi, angina, síndrome mielodisplásica, glicosúria, oligospermia, encefalopatia hipertensiva, necrose avascular, neurite óptica, poliúria, taquicardia, reabsorção fetal, tetania, dermatite por recall de radiação, perda auditiva condutiva, trombose coronariana, pneumonite por inibidor de checkpoint, encefalopatia hiperamonêmica, cistite hemorrágica, pneumonite intersticial, miocardite, síndrome do desconforto respiratório agudo, pneumocistose por imunossupressão, fibrose pulmonar, insuficiência hepática aguda, colestase, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, insuficiência cardíaca, valvopatia, esteatose hepática, síndrome nefrótica, lesões orais, insuficiência renal crônica, estomatite, trombose, doença dos ovários, gastroenterite, leucemia, leucemia mieloide, doença genética, leucemia mieloide aguda, disfunção testicular, retinopatia, hipertensão arterial, complicações na gravidez, neoplasia das vias respiratórias, pneumonia, tumor pulmonar, transtorno respiratório, carcinoma, doença autoimune, eritema, polineuropatia, doença da bexiga, doença óssea, miopatia, diabetes mellitus, infertilidade feminina, paralisia, erro metabólico hereditário, esofagite, mielopatia, neoplasia mieloproliferativa, disfunção ventricular esquerda, distúrbio da Pigmentação, encefalite, exantema, sarcoma, úlcera péptica, vasculite, distúrbios do sistema vestibular, embolia, lesão pulmonar, obstrução intestinal, síndrome paraneoplásica, tumor de pele, carcinogênese, diátese hemorrágica, displasia, encefalite viral, insuficiência hepática, neoplasia da bexiga, papiloma, traumatismo craniano, trombose venosa, tumor renal, adenocarcinoma, aneurisma, artropatia, carcinoma espinocelular, cirrose hepática, coagulopatia, colite, doença da tireoide, doença do baço, fibrilação auricular, glomerulonefrite, hiperpigmentação, leucemia mielomonocítica aguda, leucoencefalopatia multifocal progressiva, miastenia grave, otite, pancitopenia, pancreatite, sarcopenia, trombocitose, urticária e angioedema, artralgia, ataxia, cistite, colite pseudomembranosa, condição pré-maligna, disfagia, disgeusia, doença da mama, edema cerebral, embolia pulmonar, enterocolite, epilepsia focal, estado de mal epilético, estenose da artéria renal, ginecomastia, hemianopsia, hipersensibilidade de tipo III, hipotensão postural, hipotiroidismo, insuficiência respiratória, leucemia promielocítica aguda, mononeuropatia, perda auditiva induzida por ruído, perda de consciência, rabdomiólise, trombofilia, úlcera bucal, úlcera gástrica, vasoespasmo coronariano, xerostomia, parkinsonismo, acidente isquémico transitório, acidose tubular renal, adenoma, aneurisma da aorta, angina de Prinzmetal, arteriosclerose, azoospermia, bolha, carcinoma urotelial, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, choque cardiogênico, cisto, colite isquêmica, coma diabético, coma hiperosmolar hiperglicémico, descolamento de retina, diabetes mellitus tipo 2, dispneia, dissecção da aorta, doença da laringe, doença do mediastino, doença dos brônquios, doença torácica, eritema multiforme, esclerose sistêmica, espasmo, faringite, flebite, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, hipersensibilidade respiratória, hipertensão renovascular, hipoestesia, íleo paralítico, imunodeficiência, leucemia monoblástica aguda, linfocitopenia, nefropatia membranosa, otite média, papiledema, parada cardíaca, paresia, peritonite, radiculopatia, reabsorção óssea, sangramento gastrointestinal, taquicardia supraventricular, transtorno da comunicação, trombose venosa cerebral, úlcera, dano alveolar difuso, pneumonite por recall de radiação, síndrome serotoninérgica, neuropatia óptica tóxica, pneumonia intersticial descamativa, aborto espontâneo, aeroembolismo, afasia, agnosia, alucinação, amnésia, anemia sideroblástica, aneurisma de aorta abdominal, anomalias craniofaciais, arterite, asma, atrofia óptica, azotemia, bloqueio de ramo, cãibra, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, cardiomiopatia restritiva, celulite, ciliopatia, coagulação intravascular disseminada, colangite, colecistite, cólica, coma, confusão, conjuntivite, coriorretinopatia serosa central, crioglobulinemia, crise de ausência, daltonismo, degenerescência macular, diabetes insípida, diabetes mellitus tipo 1, disfunção erétil, dissonia, distonia, distúrbio da fala, distúrbio da voz, divertículo, doença arterial coronária, doença celíaca, doença da córnea, doença da vesícula biliar, doença de Charcot-Marie-Tooth, doença do neurônio motor, doença do pé, doença inflamatória intestinal, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, encefalocele, encefalopatia de Wernicke, endoftalmite, enterite, enxaqueca, epistaxe, eritrodermia, eritromelalgia, erosão dentária, escotoma, esófago de Barrett, estenose aórtica, estenose da artéria carótida, exoftalmia, febre familiar do Mediterrâneo, fenda palatina, fibrossarcoma, fístula brônquica, fístula das vias respiratórias, fraqueza muscular, gastrite, gastroparesia, gengivite, gengivite ulcerativa necrosante aguda, glomeruloesclerose segmentar e focal, glossodínia, hemorragia intracerebral, hepatite B, hepatite Viral, hidrocefalia, hidronefrose, hiperidrose, hiperidrose gustativa, hiperparatiroidismo, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipertiroidismo, hipoalbuminemia, hipoparatireoidismo, hipopigmentação, hipoproteinemia, infeção do trato urinário, infeção ocular, insônia, insuficiência adrenal, intertrigo, lesão pulmonar aguda, leucemia mieloide crônica, leucocitose, má-absorção intestinal, mediastinite, melanoma, mesotelioma, mesotelioma maligno, micose pulmonar, mielite transversa, miocardiopatia de takotsubo, miosite, nefropatia diabética, nefropatia hipertensiva, neoplasia da pleura, neoplasia dos brônquios, neurite, neuroblastoma, neuropatia diabética, oftalmoplegia, orquite, osteomielite, otalgia, paniculite, paralisia de prega vocal, paralisia facial, paralisia periódica hipocalémica, paraplegia, penfigoide bolhoso, perda do embrião, perturbação de ansiedade, pneumomediastino, pneumotórax, proctite, pseudo-obstrução intestinal, psoríase, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, rabdomiossarcoma, raquitismo, sarcoidose, sialadenite, síncope, síndrome coronária aguda, síndrome de Mallory-Weiss, síndrome de Sweet, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome do túnel carpal, taquicardia ventricular, taupatia, teratoma, tetraplegia, transtorno neurótico, transtornos linfoproliferativos, tremor, trismo, trombocitemia essencial, tumor de glândula salivar, tumor neuroectodérmico primitivo, tumor neuroendócrino, úlcera duodenal e vasculite cerebral.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Agranulocitose

AEstabelecidoHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Relatos no FAERS:
9.273
ROR:
13,7 (IC 95% 13,414)
Literatura:
366 de 879 artigos

Trombocitopenia

AEstabelecidoHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
5.638
ROR:
7,3 (IC 95% 7,17,5)
Literatura:
265 de 531 artigos

Lesão hepática medicamentosa

AEstabelecidoHepática

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
912
ROR:
2,8 (IC 95% 2,63)
Literatura:
175 de 199 artigos

Cardiomiopatia

AEstabelecidoCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
420
ROR:
2,8 (IC 95% 2,63,1)
Literatura:
14 de 25 artigos

Lesão renal aguda

AEstabelecidoRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
3.560
ROR:
2,4 (IC 95% 2,32,4)

Queda da fração de ejeção durante ou depois do tratamento do câncer. A da antraciclina depende da dose acumulada e costuma ficar; a do trastuzumabe não depende e costuma voltar ao suspender — por isso a conduta diante do mesmo número é diferente.

Relatos no FAERS:
344
ROR:
10,9 (IC 95% 9,812,1)
Literatura:
4 de 5 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
1.444
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,5)
Literatura:
327 de 457 artigos

Encefalopatia

BProvávelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Relatos no FAERS:
1.260
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,6)
Literatura:
5 de 8 artigos

Infarto do miocárdio

BProvávelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
753
ROR:
0,9 (IC 95% 0,80,9)
Literatura:
22 de 46 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Relatos no FAERS:
44
ROR:
0,6 (IC 95% 0,40,8)
Literatura:
19 de 24 artigos

Bradicardia

BProvávelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
173
ROR:
0,6 (IC 95% 0,50,7)
Literatura:
10 de 12 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.024
ROR:
0,4 (IC 95% 0,40,4)
Literatura:
36 de 55 artigos

Anemia hemolítica

BProvávelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
27
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
28 de 49 artigos

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
271
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
26 de 42 artigos

Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.

Literatura:
4 de 5 artigos

Infiltrado que aparece semanas a meses depois do anti-PD-1 e não responde a antibiótico. Corticoide em dose alta, e a decisão de reintroduzir o imunoterápico depende do grau — por isso reconhecer cedo muda o tratamento do câncer, não só do pulmão.

Relatos no FAERS:
86
ROR:
12,2 (IC 95% 9,815,1)
Literatura:
3 artigos

Encefalopatia hiperamonêmica

CPossívelNeurológica

Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.

Relatos no FAERS:
48
ROR:
7,8 (IC 95% 5,810,3)
Literatura:
1 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Relatos no FAERS:
18
ROR:
5,4 (IC 95% 3,48,6)
Literatura:
5 de 16 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
1.519
ROR:
5,3 (IC 95% 55,5)
Literatura:
18 de 113 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Relatos no FAERS:
288
ROR:
4,8 (IC 95% 4,35,4)
Literatura:
1 artigos

Pneumocistose por imunossupressão

CPossívelRespiratória

A droga não causa o infiltrado, causa a brecha: corticoide prolongado, rituximabe, metotrexato. Importa porque tem profilaxia, e a decisão de profilaxar depende de saber qual esquema abre a porta.

Relatos no FAERS:
147
ROR:
3,6 (IC 95% 3,14,2)
Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Relatos no FAERS:
152
ROR:
1,8 (IC 95% 1,52,1)
Literatura:
15 de 45 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Relatos no FAERS:
157
ROR:
0,7 (IC 95% 0,60,9)
Literatura:
3 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Relatos no FAERS:
50
ROR:
0,6 (IC 95% 0,40,8)
Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
321
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,4)
Literatura:
7 de 20 artigos

Valvopatia

CPossívelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Relatos no FAERS:
20
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Relatos no FAERS:
24
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Relatos no FAERS:
31
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,5)
Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
28
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
3 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
2 artigos

Dano alveolar difuso

CPossívelRespiratória

O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.

Relatos no FAERS:
3
Literatura:
1 artigos

Pneumonite que reacende dentro do campo já irradiado, às vezes meses depois, quando entra a quimioterapia — gencitabina e taxano são os nomes de sempre. O infiltrado obedece ao desenho do campo de radioterapia e não à anatomia do lobo, e é isso que separa de progressão e de infecção.

Literatura:
1 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
1 artigos

Perda bilateral, indolor e progressiva da visão central, com discromatopsia vermelho-verde antes da acuidade cair. Etambutol e linezolida dependem de dose e tempo; suspender cedo é o que separa o reversível do definitivo.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia intersticial descamativa

CPossívelRespiratória

Macrófago pigmentado enchendo o alvéolo, quase sempre em fumante. Responde bem a corticoide e à retirada do agente, e é das poucas doenças intersticiais em que parar de fumar é tratamento de primeira linha.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.