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A conduta, com a fonte do lado.

Pergunte em português. A Rosa busca no PubMed e nas diretrizes brasileiras e responde com a citação em cada frase.

PubMed + diretrizes BR
Fontes
  • PubMed
  • SBC
  • SBD
  • SBPT
  • Ministério da Saúde / INCA
  • CONITEC
  • Bulário da ANVISA
  • CID-10 do DATASUS

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SBD 20242 referências

Qual o manejo inicial da cetoacidose diabética em adultos?

A reposição volêmica deve ser iniciada com 1-2 L de SF 0,9% na primeira hora, seguida de 200-500 mL/hora, dependendo da necessidade individual do paciente 1

A fonte vem junto.

Uma resposta publicada pela Rosa, como sai para o médico: cada afirmação com o número da fonte do lado. Toque no número e confira.

Qual o manejo inicial da cetoacidose diabética em adultos?Conduta
A reposição volêmica deve ser iniciada com 1-2 L de SF 0,9% na primeira hora, seguida de 200-500 mL/hora, dependendo da necessidade individual do paciente 1A insulina regular deve ser administrada por via IV em uma dose inicial de 0,1 U/kg/hora, ajustando-se a dose de acordo com a resposta glicêmica do paciente 1Além disso, é fundamental monitorar os níveis de glicose, eletrólitos e a função renal do paciente 2Diretriz BR
Checagem cruzada: um segundo modelo confere afirmações e doses contra as fontes numeradas.
SBDDiretriz brasileira, 2024
2referências no total
Cobertura de fontesampla
Ler a resposta inteira, sem cadastro ›

A resposta chega pronta, com a fonte do lado.

A conduta para conferir na hora, o relatório pronto para o plano de saúde e a nota escrita quando o paciente sai. Antes de chegar a você, um segundo modelo já conferiu afirmações e doses contra as fontes.

  1. Entende a pergunta como médico brasileiro

    Expande as siglas do nosso dia a dia antes de buscar. Se a sigla é ambígua, como PCR, pergunta em vez de adivinhar.

    HBPMheparina de baixo peso molecular
    PCRProteína C-reativa ou parada cardiorrespiratória?
  2. Busca a evidência na hora

    Uma pergunta com dois assuntos vira duas buscas no PubMed. A diretriz brasileira vem na frente.

    PerguntaDiretriz BRPubMed · assunto 1PubMed · assunto 2
  3. Redige com as fontes abertas

    Escreve a partir do que foi recuperado, não da memória do modelo. Cada dado sai com o número da fonte.

  4. Um segundo modelo confere

    Um modelo diferente do que escreveu audita afirmações e doses contra as mesmas fontes. O que ele contesta aparece para você.

    Modelo A · redigeModelo B · confere
    Afirmação conferida contra a fonte
    Dose conferida contra a fonte
    Observações da checagem cruzada
  5. Travas que não dependem da IA

    O nível de evidência vem do tipo de publicação no PubMed. Citação sem fonte recuperada é removida antes da sua tela.

    45?sem fonte recuperada → removida

Perguntar a uma IA genérica não é a mesma coisa.

De onde vem a respostaIA genéricaDa memória do treinamento, com data de corte.RosaDe artigos e diretrizes buscados no momento da pergunta.
Quem confereIA genéricaO mesmo modelo que escreveu se avalia.RosaUm segundo modelo, diferente, confere contra as fontes.
Nível de evidênciaIA genéricaUm adjetivo escolhido pelo próprio modelo.RosaDerivado do tipo de publicação indexado no PubMed.
CitaçãoIA genéricaReferência plausível — às vezes inexistente.RosaLink direto; número sem fonte real é removido.
Contexto brasileiroIA genéricaDiretriz internacional traduzida.RosaSBC, SBD, SBPT, INCA e CONITEC citadas primeiro.
SiglasIA genérica“PCR” vira polymerase chain reaction.RosaSiglário brasileiro; se for ambígua, ela pergunta.
  • Sociedade Brasileira de Cardiologia
  • Sociedade Brasileira de Diabetes
  • Sociedade Brasileira de Pneumologia
  • Ministério da Saúde / INCA
  • CONITEC
  • CID-10 do DATASUS
  • Calendário SBIM
  • Bulário da ANVISA

A literatura internacional responde metade da pergunta; a outra metade é o que se pratica no Brasil. A Rosa consulta as duas.

Para o médico

Durante a consulta. Aquela dúvida de conduta que aparece com o paciente na sua frente, respondida em segundos e com a referência para você conferir. Dose, ajuste renal, interação e escore na mesma tela.

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Para o estudante

Nos estudos e na prova. Entenda a conduta e de onde ela vem: a Rosa mostra a diretriz e o artigo por trás de cada afirmação. Sem CRM ainda? Basta a sua faculdade e o ano previsto de formatura.

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Por que Rosa

Em homenagem a Rosalind Franklin (1920-1958), química e cristalógrafa britânica cujo trabalho foi decisivo para revelar a dupla hélice do DNA. O nome celebra esse legado: evidência cuidadosa, colocada a serviço da medicina.

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A Rosa é uma ferramenta de apoio à decisão. As respostas podem conter erros e não substituem o julgamento do médico assistente, o exame do paciente nem as diretrizes institucionais aplicáveis.