Cafeína

Que lesão de órgão cafeína pode causar? nefropatia, aborto espontâneo, taquicardia, crescimento intra uterino restrito, insuficiência renal, infertilidade, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, necrose das papilas renais, exantema medicamentoso, tumor renal, taquicardia supraventricular, prolongamento do intervalo QT, sangramento gastrointestinal, complicações na gravidez, arritmia cardíaca, convulsão, dissonia, hipertensão arterial, insônia, doença da mama, miopatia, perturbação de ansiedade, transtornos do humor, úlcera péptica, infarto do miocárdio, rabdomiólise, doença óssea, perturbação sensorial, insuficiência renal crônica, cardiopatia congênita, doença cerebrovascular, nefrite, neoplasia da mama, transtorno respiratório, fibrilação auricular, perturbação do neurodesenvolvimento, transtorno bipolar, alterações fibrocísticas da mama, epilepsia, lesões orais, taquicardia ventricular, nefrite intersticial aguda, coronariopatias, fibrilhação ventricular, gastroenterite, osteoporose, transtorno do espectro esquizofrênico, tremor, úlcera gástrica, infertilidade feminina, parada cardíaca, perturbação cognitiva, esteatose hepática, alucinação, anomalias craniofaciais, artropatia, carcinoma, doença da bexiga, doença dos ovários, hemorragia intracraniana, neoplasia da bexiga, transtorno de pânico, tumor do ovário, fenda palatina, perda de consciência, valvopatia, adenocarcinoma, anemia, apneia, artrite, confusão, delirium, diabetes mellitus, disfagia, doença de refluxo gastroesofágico, doença hepática gordurosa não alcoólica, esquizofrenia, hemorragia intracerebral, hipertensão ocular, malformações cefálicas congênitas, paralisia, privação de sono, tumor do pâncreas, parkinsonismo, acidente vascular cerebral, arteriosclerose, condição pré-maligna, contração ventricular prematura, doença autoimune, enxaqueca, fobia, incontinência urinária, osteoartrite, parassonia, transtorno da comunicação, cardiomiopatia, urticária e angioedema, aborto habitual, anafilaxia, ataxia, cálculo renal, choreia, coma, contração atrial prematura, desvio de conduta, diabetes mellitus tipo 2, doença da tireoide, enterite necrotizante, enterocolite, fenda labial, hemorragia subaracnóide, hipercinesia, hiperventilação, isquémia cerebral, parestesia, parto pré-termo, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, proteinúria, reabsorção fetal, úlcera duodenal, hipertensão pulmonar, miocardite, meta-hemoglobinemia, síndrome serotoninérgica, adenoma, alopécia, aneurisma, atetose, bruxismo, cardiomegalia, cirrose hepática, claudicação intermitente, coagulopatia, comunicação interventricular, demência, dificuldade de aprendizagem, disfunção cognitiva, distonia, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença arterial periférica, doença do pé, doença genética, endometriose, eosinofilia, escotoma, glaucoma, glicosúria, glomerulonefrite, granuloma, hiperalgesia, hipersonia, hipertrofia ventricular esquerda, hipóxia cerebral, infarto cerebral, infertilidade masculina, insuficiência respiratória, insuficiência Tricúspide, leucocitose, mioclonia, neuropatia óptica, paranoia, perda do embrião, pielonefrite, regurgitação mitral, síncope, síndrome das pernas inquietas, taquicardia sinusal, transtorno alimentar, transtorno auditivo, transtorno puerperal, transtornos linfoproliferativos, tumor cerebral, úlcera, uremia, vasculite, vasoespasmo cerebral, vasoespasmo coronariano, vertigem, zumbido, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência cardíaca, bradicardia, colestase, insuficiência hepática aguda, síndrome nefrótica, agranulocitose, trombocitopenia, anemia hemolítica, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, fotossensibilidade, taquicardia ventricular bidirecional, esofagite por comprimido, erupção fixa por droga, síndrome de rigidez torácica por opioide, afasia, afasia nominal, agorafobia, alcalose respiratória, anemia hemolítica autoimune, anisocoria, anorexia nervosa, apneia de sono, arterite, artralgia, artrite reumatoide, atrofia óptica, autismo, bloqueio de ramo, cãibra, carcinoma de células renais, carcinoma espinocelular, carcinoma in situ, carcinoma urotelial, cárie dentária, catarata, catatonia, choque cardiogênico, cisto, cisto dermoide, citopenia, colite, colite isquêmica, coloboma, condropatia, contratura, convulsão febril, depressão nervosa, disfemia, disfunção testicular, dispneia, dispraxia, dissecção da aorta, doença arterial coronária, doença de Huntington, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças hipertensivas da gravidez, edema cerebral, embolia, embolia pulmonar, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, equimose, eritema, eritema multiforme, eritroblastose fetal, eritrodermia, erosão dentária, erro metabólico hereditário, espectro autista, esquizofrenia paranoide, estado de mal epilético, estenose da válvula pulmonar, estomatite, exantema, flutter atrial, fotofobia, fraqueza muscular, gastrite, ginecomastia, hematemese, hematúria, hemoglobinúria, hidrocefalia, hiperemia, hiperestesia, hiperplasia prostática benigna, hipertonia, hipoestesia, hipotensão arterial, hipotiroidismo, insuficiência aórtica, insuficiência hepática, insuficiência venosa, jogo de apostas, leucopenia, mania, mialgia, mielinólise pontina central, nefropatia diabética, neoplasia da próstata, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia do nariz, neoplasia mieloproliferativa, neurite óptica, neutropenia, nevralgia do trigémeo, papiledema, paralisia facial, paralisia respiratória, patologia uterina, pênfigo, perturbações do controlo dos impulsos, poliarterite nodosa, pré-eclampsia, proctite, querníctero, retardo mental, retinopatia, retinopatia da prematuridade, rigidez Muscular, rinite, síndrome de Crouzon, síndrome de Goodpasture, síndrome de Lesch-Nyhan, síndrome de Münchhausen, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome de Treacher Collins, síndrome hipereosinofílica, sofrimento fetal, taquipneia, teratoma, tetraplegia, transposição de grandes artérias, transtorno de tique, transtorno factício, transtorno global do desenvolvimento, transtorno somatoforme, tumor ósseo e uveíte.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
16 de 44 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
16 de 31 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
11 de 20 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
5 de 8 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
47 de 187 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
18 de 96 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
9 de 19 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
7 de 62 artigos

Valvopatia

CPossívelCardíaca

Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.

Literatura:
5 de 17 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Literatura:
4 de 24 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
2 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
2 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
2 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

QRS que alterna o eixo batida a batida: é quase assinatura de intoxicação digitálica, e aparece também com aconitina. Reconhecer o traçado é o diagnóstico — o nível sérico de digoxina demora e nem sempre acompanha.

Literatura:
1 artigos

Esofagite por comprimido

CPossívelDigestiva

Dor retroesternal e odinofagia que começam de madrugada, depois de engolir o comprimido com pouca água e deitar. Doxiciclina, alendronato, cloreto de potássio e AINE fazem úlcera no ponto onde o comprimido parou.

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Fentanila em bolus rápido: o tórax fecha e não ventila nem com bolsa. Não é broncoespasmo e não adianta broncodilatador — o que resolve é naloxona ou bloqueador neuromuscular, e quem espera perde o doente.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.