Nefropatia
BProvávelRenal- Literatura:
- 426 de 755 artigos
Que lesão de órgão sal de lítio pode causar? nefropatia, doença da tireoide, hipotiroidismo, diabetes insípida, tremor, insuficiência renal, poliúria, arritmia cardíaca, bócio, psoríase, hiperparatiroidismo, diabetes insipidus nefrogênico, confusão, insuficiência renal crônica, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, síndrome neuroléptica maligna, ataxia, leucocitose, perda de consciência, bloqueio de ramo, nefrite, coma, delirium, cardiopatia congênita, bradicardia, acne, distúrbio da fala, doença das glândulas sebáceas, transtorno da comunicação, síndrome nefrótica, nefrite intersticial aguda, mixedema, alopécia, parkinsonismo, mioclonia, cardiomiopatia, anomalia de Ebstein, acidose tubular renal, miocardite, doença de Creutzfeldt-Jakob, doença priônica, disartria, distúrbios do sistema vestibular, síndrome do nó sinusal, vertigem, afasia, atetose, hipertensão intracraniana idiopática, neuropatia óptica, xerostomia, foliculite, hipertonia, hipotonia, papiledema, parassonia, queratose, aborto espontâneo, estomatite, rigidez Muscular, disfagia, incontinência urinária, convulsão, hipertiroidismo, estado de mal epilético, epilepsia, transtornos do humor, complicações na gravidez, transtorno bipolar, perturbação cognitiva, doença autoimune, doença genética, leucemia, citopenia, miopatia, leucopenia, diabetes mellitus, lesões orais, epilepsia focal, neuropatia periférica, exoftalmia, proteinúria, epilepsia do lobo temporal, agranulocitose, demência, leucemia mieloide, perturbação sensorial, adenoma, choreia, perturbação do neurodesenvolvimento, tiroidite, uremia, hipertensão arterial, neutropenia, paralisia, tirotoxicose, transtorno do espectro esquizofrênico, lesão hepática medicamentosa, glomerulonefrite, anemia, hipotensão arterial, leucemia mieloide aguda, taquicardia, insuficiência cardíaca, alucinação, amnésia, espectro autista, insuficiência respiratória, leucemia linfoide, nefropatia diabética, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, doença óssea, parada cardíaca, autismo, disfunção cognitiva, disfunção erétil, dissonia, distonia, hipercinesia, miastenia grave, necrose tubular aguda, perturbação de ansiedade, rabdomiólise, síndrome paraneoplásica, sonambulismo, tiroidite autoimune, transtornos linfoproliferativos, fibrose pulmonar, infarto do miocárdio, anemia aplástica, trombocitopenia, anomalias craniofaciais, aplasia de medula óssea, apraxia, artrite, artropatia, cãibra, cardiomegalia, ceratodermia palmoplantar, cisto, doença cerebrovascular, doença de darier, eritema, fraqueza muscular, glicosúria, hipotensão postural, lúpus eritematoso sistêmico, neoplasia mieloproliferativa, oftalmoplegia, osteoporose, poli-hidrâmnio, prurido, retardo mental, síndrome de Brugada, síndrome de Capgras, transtorno puerperal, trombocitose, úlcera péptica, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome serotoninérgica, alopecia areata, carcinoma, catarata, crise de ausência, diplopia, doença cromossómica, doença da mama, doença de lesão mínima, eritema multiforme, fenda palatina, glomeruloesclerose segmentar e focal, hemangioma, hidradenitis, hidrosadenite, icterícia neonatal, ictiose, imunodeficiência, leucemia monoblástica aguda, linfocitopenia, líquen plano, mononeuropatia, parestesia, polineuropatia, priapismo, ptose, síncope, síndrome das pernas inquietas, síndrome de Down, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome do túnel carpal, struma ovarii, tempestade tireoidiana, teratoma, transtorno alimentar, tumor de pele, úlcera gástrica, vasculite, hipertensão pulmonar, bloqueio atrioventricular, valvopatia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, trombocitopenia induzida por heparina, acalasia, afasia de Broca, afasia nominal, anemia megaloblástica, anemia sideroblástica, arteriosclerose, atrofia de múltiplos sistemas, atrofia óptica, blefaroespasmo, cardiomiopatia dilatada, cárie dentária, cefaleia em salvas, cetoacidose diabética, ciliopatia, cisto ovariano, coagulopatia, coarctação da aorta, colangite, coma diabético, coma hiperosmolar hiperglicémico, comunicação interventricular, coronariopatias, diabetes gestacional, diabetes mellitus tipo 2, diabetes na gravidez, disfemia, doença da bexiga, doença da córnea, doença de refluxo gastroesofágico, doença do pâncreas, doença do pé, doença dos ovários, doença pulmonar obstrutiva, doenças hipertensivas da gravidez, emergência hipertensiva, encefalite, encefalopatia de Wernicke, enxaqueca, eritrodermia, erro metabólico hereditário, espasmo, esquizofrenia, fibrilhação ventricular, fístula das vias respiratórias, fístula traqueoesofágica, flebite, flutter atrial, fobia, fotofobia, galactorreia, gastroenterite, glossodínia, hiperaldosteronismo, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipersonia, hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido, hipertiroxinemia, hipogonadismo, hipoproteinemia, hirsutismo, infertilidade, infertilidade masculina, insônia, insuficiência Tricúspide, linfoma, língua geográfica, macrossomia fetal, mania, melanoma, microcefalia, mielinólise pontina central, mielopatia, necrose das papilas renais, nefropatia membranosa, neoplasia da mama, neurite óptica, obstrução das vias aéreas, oligúria, pancitopenia, paralisia facial, parto pré-termo, perda do embrião, perdigoto, persistência do canal arterial, pica, pitiríase versicolor, pneumonia, poliglobulia, pré-eclampsia, púrpura, retinopatia, sialadenite, sialolitíase, síndrome coronária aguda, síndrome de Goodpasture, síndrome de Mallory-Weiss, síndrome do ovário policístico, síndrome mielodisplásica, surdez, taquicardia supraventricular, telangiectasia, tetraplegia, transposição de grandes artérias, transtorno auditivo, transtorno de pânico, traqueopatia, traumatismo craniano, tromboflebite, trombose, trombose venosa, trombose venosa cerebral, tumor neuroendócrino, úlcera e verruga.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Poliúria hipotônica que não responde à desmopressina. O lítio é o exemplo que se ensina, e o efeito pode persistir depois de anos de uso.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.