Que lesão de órgão tamoxifeno pode causar? esteatose hepática, prolongamento do intervalo QT, patologia uterina, retinopatia, hiperplasia do endométrio, trombose, sarcoma, lesão hepática medicamentosa, cisto, trombose venosa, cisto ovariano, vasculite, embolia, tumor mulleriano, perturbação cognitiva, embolia pulmonar, artralgia, carcinossarcoma, catarata, degenerescência macular, flebite, tromboflebite, trombocitopenia, alopécia, doença da córnea, leiomiossarcoma, pancreatite, doença hepática gordurosa não alcoólica, edema macular, neuropatia óptica, síndrome de hiperestimulação ovariana, dermatite por recall de radiação, corrimento vaginal, insônia, exantema, neurite óptica, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, bradicardia, carcinoma, doença dos ovários, adenocarcinoma, tumor do ovário, doença da mama, doença óssea, neoplasia da mama, sangramento uterino anormal, doença cerebrovascular, endometriose, osteoporose, artropatia, citopenia, acidente vascular cerebral, condição pré-maligna, nefropatia, perturbação sensorial, doença genética, leiomioma, carcinogênese, displasia, infertilidade, menopausa prematura, infarto do miocárdio, exantema medicamentoso, anemia, arritmia cardíaca, complicações na gravidez, hepatocarcinoma, infertilidade feminina, leucopenia, cardiopatia congênita, diabetes mellitus, transtornos do humor, trombofilia, agranulocitose, adenoma, artrite, carcinoma in situ, cirrose hepática, doença da bexiga, erro metabólico hereditário, síndrome do desejo sexual hipoativo, tumos cordao sexual, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, anemia hemolítica, neuropatia periférica, coagulopatia, disfunção cognitiva, dissonia, incontinência urinária, leucemia, miopatia, neutropenia, reabsorção óssea, tumor de pele, adenocarcinoma de células claras, cistoadenocarcinoma, coronariopatias, diabetes mellitus tipo 2, doença da tireoide, insuficiência renal, lipidose, metrorragia, telangiectasia, trombose venosa cerebral, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, maculopatia tóxica, arteriosclerose, carcinoma basocelular, demência, dispareunia, distúrbio da Pigmentação, ginecomastia, hemorragia intracraniana, hipotiroidismo, isquémia cerebral, lesões orais, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, mononeuropatia, perda de consciência, síndrome do túnel carpal, síndrome hemolítica-urémica, traumatismo craniano, uremia, torsades de pointes, colestase, convulsão, urticária e angioedema, trombocitopenia induzida por heparina, aborto espontâneo, angioedema, anomalias craniofaciais, carcinoma espinocelular, cegueira, colelitíase, doença arterial coronária, doença de Alzheimer, doença de Coats, enxaqueca, exoftalmia, hemorragia intracerebral, hiperalgesia, hipersensibilidade de tipo III, hirsutismo, malformações cefálicas congênitas, mioma, neoplasia das vias respiratórias, osteoartrite, pancitopenia, prurido, púrpura, síncope, taquicardia, taquicardia ventricular, taupatia, trombose coronariana, tumor pulmonar, tumor renal, broncoespasmo, reação sarcoide por fármaco, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, síndrome nefrótica, anemia aplástica, parkinsonismo, fotossensibilidade, ceratopatia vorticilada, osteonecrose dos maxilares por medicamento, erupção fixa por droga, vasculite ANCA por droga, adenoma hepático, adenomiose, alterações fibrocísticas da mama, angina, angioedema hereditário, aplasia de medula óssea, artrite reumatoide, asma, aterosclerose, bexiga hiperativa, cãibra, cálculo biliar, carcinoma adenoescamoso, carcinoma broncogênico, carcinoma pulmonar de pequenas células, cárie dentária, ceratite, ciliopatia, cistite, coma, condropatia, criptorquia, daltonismo, depressão nervosa, dermatomiosite, disfunção testicular, distúrbio da voz, distúrbios do assoalho pélvico, doença autoimune, doença da laringe, doença da vesícula biliar, doença de depósito lisossômico, doença de Raynaud, doença desmielinizante, doença dos brônquios, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, doença vulvar, embolia cerebral, enterite, escotoma, fenda palatina, fibrose pulmonar idiopática, fístula liquórica, fratura de Colles, gastroenterite, glaucoma, gonartrose, hematoma subdural, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hepatite A, hepatite Viral, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, hipertensão ocular, hipertensão portal, hipogonadismo, hipopigmentação, hipospádia, imunodeficiência, imunodeficiência congênita, infertilidade masculina, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, lipossarcoma, luxação, malformação vascular, mania, melanoma, melanose, meningioma, miosite, necrose avascular, nefrite, neoplasia da bexiga, neoplasia da próstata, neoplasia dos brônquios, nictalopia, osteopenia, pancreatite crônica, papiledema, paranoia, parestesia, perda auditiva induzida por ruído, perda auditiva sensorioneural, perda do embrião, polimiosite, priapismo, prolapso uterino, rabdomiossarcoma, retinite, sangramento gastrointestinal, serous cystadenoma, síndrome coronária aguda, síndrome de budd-chiari, síndrome de Pierre Robin, síndrome mielodisplásica, síndrome paraneoplásica, surdez, tiroidite, transtorno auditivo, transtorno do espectro esquizofrênico, transtornos linfoproliferativos, trauma facial, tumor cerebral, tumor do seio endodérmico, tumor neuroendócrino, úlcera gástrica, úlcera péptica, vasoespasmo coronariano, vitiligo e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Eritema que reacende exatamente no campo irradiado meses antes, horas a dias depois de uma dose de quimioterapia. O limite geométrico na pele é o que dá o diagnóstico e afasta infecção.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Granuloma não caseoso com adenomegalia hilar sob interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Capta no PET e é lido como progressão do câncer — a biópsia é o que evita trocar um tratamento que está funcionando.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.