Hemorragia intracraniana
BProvávelCardíaca- Literatura:
- 469 de 929 artigos
Que lesão de órgão varfarina pode causar? hemorragia intracraniana, sangramento gastrointestinal, hemorragia intracerebral, exantema medicamentoso, trombocitopenia induzida por heparina, hematúria, hemorragia intraocular, hematoma subdural, lesão renal aguda, epistaxe, lesão hepática medicamentosa, sangramento uterino anormal, equimose, hemartrose, hemotórax, hematoma epidural, doença da laringe, hemorragia alveolar difusa, hemorragia retinal, doença do pé, melena, rabdomiólise, traqueopatia, doença cerebrovascular, coagulopatia, acidente vascular cerebral, nefropatia, citopenia, trombocitopenia, diátese hemorrágica, trombose, complicações na gravidez, traumatismo craniano, doença genética, doença óssea, insuficiência renal, embolia, arritmia cardíaca, miopatia, lesões orais, deficiência de vitamina K, doença da mama, artropatia, trombofilia, fibrilação auricular, isquémia cerebral, patologia uterina, trombose venosa, vasculite, mielopatia, transtorno respiratório, aborto espontâneo, púrpura, retinopatia, doença dos ovários, osteoporose, infarto do miocárdio, neuropatia periférica, derrame pericárdico, insuficiência respiratória, obstrução intestinal, coronariopatias, insuficiência renal crônica, obstrução das vias aéreas, valvopatia, anemia, doença autoimune, embolia gordurosa, arteriosclerose, hifema, flebite, hemorragia subaracnóide, hipersensibilidade de tipo III, menorragia, síndrome compartimental, tromboflebite, cardiopatia congênita, coagulação intravascular disseminada, nefrite, tamponamento cardíaco, embolia pulmonar, hematemese, perturbação sensorial, trombose coronariana, úlcera péptica, aneurisma, anomalias craniofaciais, cisto, doença arterial coronária, doença da bexiga, doença dos brônquios, eosinofilia, paralisia, priapismo, úlcera, pneumonite intersticial, colestase, alopécia, dispneia, doença do baço, doença do mediastino, doença torácica, exantema, glomerulonefrite, hemoptise, hidrocefalia, nefropatia por IgA, úlcera gástrica, anemia hemolítica, aneurisma da aorta, artrite, aterosclerose, cegueira, cisto ovariano, condropatia, descolamento de retina, diabetes mellitus, distúrbio da Pigmentação, doença periodontal, estenose aórtica, hipertensão ocular, hipotensão arterial, infarto cerebral, mononeuropatia, parada cardíaca, púrpura de Henoch-Schönlein, síndrome de Dandy-Walker, úlcera duodenal, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, bradicardia, nefrite intersticial aguda, acidente isquémico transitório, anafilaxia, angiodisplasia, cálculo renal, catarata, cistite, confusão, congestão nasal, degenerescência macular, dissecção da aorta, doença arterial periférica, doença da tireoide, endocardite, erro metabólico hereditário, fenda palatina, glaucoma, hemorragia pós-parto, hipertiroidismo, insuficiência adrenal, microcefalia, neoplasia da bexiga, neuropatia óptica, osteoartrite, pancreatite, paraplegia, perturbação cognitiva, pseudoaneurisma, síndrome do túnel carpal, taquicardia, tirotoxicose, transtorno puerperal, pneumonia eosinofílica, derrame pleural, edema pulmonar não cardiogênico, derrame pleural eosinofílico, insuficiência hepática aguda, esteatose hepática, síndrome nefrótica, anemia aplástica, convulsão, síndrome serotoninérgica, urticária e angioedema, síndrome da íris flácida intraoperatória, cistite hemorrágica, aborto habitual, adenoma, alopecia areata, amnésia, amnésia global transitória, anemia hemolítica autoimune, aneurisma da aorta torácica, anquilose, aplasia de medula óssea, atrofia óptica, bloqueio de ramo, cefaleia em salvas, choque cardiogênico, coarctação da aorta, colecistite, colestase intra-hepática da gravidez, coma, crescimento intra uterino restrito, deformidade adquirida do nariz, demência, demência vascular, dextrocardia, diplopia, disartria, disfagia, disfunção testicular, dissecção da artéria vertebral, distúrbio da fala, distúrbio da voz, distúrbios do sistema vestibular, doença da córnea, doença da vesícula biliar, doença de Alzheimer, doença de refluxo gastroesofágico, edema cerebral, embolia cerebral, eritema, eritrodermia, esofagite, espondilite anquilosante, espondiloartropatia, estenose mitral, faringite, fasciite, fenda labial, gastroenterite, granuloma, granuloma eosinofílico, hematoma subdural agudo, hemofilia A, hiperhomocisteinemia, hiperpigmentação, hipertensão arterial, hipertensão portal, histiocitose, histiocitose de células de Langerhans, íleo paralítico, infeção do trato urinário, insuficiência hepática, insuficiência venosa, leucocitose, linfocitose, má-absorção intestinal, metrorragia, micose pulmonar, neoplasia da próstata, paralisia cerebral, paralisia facial, parapsoríase, perda de consciência, persistência do canal arterial, pleurisia, proteinúria, prurido, ptose, retenção urinária, retinopatia diabética, rouquidão, ruptura da aorta, síndrome de Brugada, síndrome de Münchhausen por procuração, síndrome de Reye, síndrome do anticorpo antifosfolipídeo, síndrome hipereosinofílica, situs inversus, surdez, taupatia, tosse, transposição de grandes artérias, transtorno auditivo, transtorno da comunicação, transtorno do processamento auditivo central, transtorno factício, transtorno somatoforme, trombose venosa cerebral, tumor do ovário, úlcera bucal e vólvulo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Mais de 10% de eosinófilo no líquido. Depois de afastar ar e sangue no espaço pleural — que são as causas banais —, fármaco sobe na lista: nitrofurantoína, dantroleno, valproato. Suspender costuma resolver sem drenagem e sem biópsia.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Íris que ondula e prolapsa durante a facectomia, com a pupila fechando no meio da cirurgia. Basta ter usado bloqueador alfa-1 alguma vez, mesmo anos antes — por isso a pergunta entra na consulta pré-operatória, e suspender na véspera não resolve.
Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.