Tetraciclina

Que lesão de órgão tetraciclina pode causar? exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, esteatose hepática, fotossensibilidade, lesão renal aguda, hipertensão intracraniana idiopática, esofagite, distúrbio da Pigmentação, agranulocitose, exantema, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, síndrome de Fanconi, hiperpigmentação, nefropatia, insuficiência renal, gastroenterite, doença óssea, lesões orais, anemia, complicações na gravidez, erupção fixa por droga, perturbação sensorial, doença genética, leucopenia, citopenia, uremia, eritema, insuficiência renal crônica, pancreatite, fibrose pleural, acne, doença das glândulas sebáceas, estomatite, anafilaxia, doença autoimune, doença periodontal, enterocolite, neuropatia óptica, anemia hemolítica, urticária e angioedema, colestase, colite pseudomembranosa, papiledema, neuropatia periférica, artropatia, granuloma, má-absorção intestinal, reabsorção óssea, derrame pleural, cárie dentária, coagulopatia, eosinofilia, eritema multiforme, osteoporose, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, úlcera péptica, cardiomiopatia, trombocitopenia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, diátese hemorrágica, doença inflamatória intestinal, nefrite, prurido, vaginite, pneumonia eosinofílica, convulsão, esofagite por comprimido, aborto espontâneo, artrite, balanopostite, colite, distúrbios do sistema vestibular, doença da tireoide, doença dos brônquios, hipertensão arterial, lúpus eritematoso sistêmico, miopatia, necrose avascular, neurite, síndrome hipereosinofílica, vertigem, miocardite, pseudoporfiria, acidose tubular renal, anemia hemolítica autoimune, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, bócio, candidíase oral, cirrose hepática, diabetes insípida, doença celíaca, doença da córnea, doença do soro, doença pulmonar obstrutiva, doença vulvar, encefalopatia hepática, fenda palatina, glaucoma, glossodínia, hipertensão ocular, insuficiência hepática, neurite óptica, pleurisia, proteinúria, rosácea, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, nefrite intersticial aguda, síndrome nefrótica, carcinoma, catarata, cisto, coagulação intravascular disseminada, diabetes mellitus, disfunção testicular, doença hepática gordurosa não alcoólica, eczema, epilepsia, fenda labial, glicosúria, hematúria, imunodeficiência, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência respiratória, neutropenia, onicólise, osteomalacia, parestesia, periodontite, pneumonia, psoríase, raquitismo, surdez, telangiectasia, transtorno alimentar, transtorno respiratório, trauma facial, traumatismo craniano, trombofilia, úlcera gástrica, uretrite, uveíte, vaginite por candidíase, vasculite, vulvite, xerostomia, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, pericardite, meta-hemoglobinemia, adenocarcinoma, adenoma, afta, ambliopia, ametropia, amnésia, anemia sideroblástica, angioedema, anorexia nervosa, artralgia, artrite reumatoide, asma, astrocitoma, ataxia, blefarite, bolha, bronquite, cálculo renal, carcinogênese, carcinoma espinocelular, cardiomegalia, cardiopatia congênita, ceratite, cetoacidose diabética, conjuntivite, disgerminoma, disgeusia, displasia, doença cerebrovascular, doença de Crohn, doença dos seios paranasais, dor de dente, enterite, epistaxe, eritroblastose fetal, eritrodermia, erosão dentária, espasmo, espondiloartropatia, estenose do esófago, estrabismo, exostoses múltiplas hereditárias, faringite, flebite, foliculite, gengivite, gengivite ulcerativa necrosante aguda, germinoma, glioblastoma, glioma, glomerulonefrite, granuloma periapical, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hepatomegalia, hiperostose, hiperparatiroidismo, hipersensibilidade respiratória, hipertonia, hipertrofia ventricular esquerda, hipoproteinemia, hipotensão arterial, hipotiroidismo, infeção do trato urinário, lesão pulmonar, leucocitose, linfocitose, lipodistrofia, líquen plano, melanose, miopia, mononeuropatia, odontodisplasia regional, oligúria, osteíte, osteocondroma, osteossarcoma, pancitopenia, parada cardíaca, paralisia, paralisia cerebral, pênfigo, penfigoide bolhoso, perda auditiva sensorioneural, periodontite apical, pielonefrite, piúria, poliúria, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, prolactinoma, púrpura, queratose, retinite, retinopatia, rigidez Muscular, sangramento gastrointestinal, sarcoidose, sarcoma, sífilis, sífilis congénita, síndrome mielodisplásica, sinovite, taquicardia, transposição de grandes artérias, trombose, tumor cerebral, tumor de pele, úlcera, úlcera duodenal, verruga e xeroftalmia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
127 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
90 artigos

Esteatose hepática

BProvávelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
40 de 71 artigos

Fotossensibilidade

BProvávelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
37 de 68 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
29 de 56 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
12 de 23 artigos

Anemia aplástica

BProvávelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
11 de 22 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
17 artigos

Fibrose pleural

CPossívelRespiratória

Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.

Literatura:
12 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
10 de 28 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
10 de 20 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
8 de 18 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
7 de 30 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Literatura:
6 de 135 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
5 de 20 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
5 de 18 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
4 de 6 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
4 de 14 artigos

Esofagite por comprimido

CPossívelDigestiva

Dor retroesternal e odinofagia que começam de madrugada, depois de engolir o comprimido com pouca água e deitar. Doxiciclina, alendronato, cloreto de potássio e AINE fazem úlcera no ponto onde o comprimido parou.

Literatura:
4 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
3 artigos

Pseudoporfiria

CPossívelCutânea

Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.