Perturbação sensorial
BProvávelNeurológica- Literatura:
- 61 de 79 artigos
Que lesão de órgão tolueno pode causar? perturbação sensorial, nefropatia, transtorno auditivo, surdez, lesão hepática medicamentosa, acidose tubular renal, miopatia, neuropatia periférica, perturbação cognitiva, citopenia, daltonismo, perturbação do neurodesenvolvimento, arritmia cardíaca, leucopenia, ataxia, paralisia, rabdomiólise, agranulocitose, microcefalia, neuropatia óptica, dermatite atópica, dificuldade de aprendizagem, mielofibrose idiopática, neoplasia mieloproliferativa, transtorno da comunicação, doença genética, complicações na gravidez, leucemia, transtorno respiratório, doença pulmonar obstrutiva, insuficiência renal, anemia, doença dos brônquios, lesão renal aguda, convulsão, hipersensibilidade respiratória, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, asma, perda auditiva sensorioneural, transtornos linfoproliferativos, hipertensão arterial, leucemia linfoide, leucemia mieloide, perda auditiva induzida por ruído, anemia aplástica, anomalias craniofaciais, aplasia de medula óssea, insuficiência respiratória, linfoma, pneumonia, proteinúria, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, carcinoma, diátese hemorrágica, eritema, fraqueza muscular, tosse, tremor, infarto do miocárdio, bradicardia, aborto espontâneo, acidente vascular cerebral, coma, demência, diabetes mellitus, disfunção testicular, dispneia, dissonia, distúrbios do sistema vestibular, doença cerebrovascular, doença da bexiga, epilepsia, hepatocarcinoma, hipercinesia, imunodeficiência, isquémia cerebral, leucemia mieloide aguda, linfoma não Hodgkin, nefrite, neoplasia da bexiga, perda de consciência, taquicardia, transtornos do humor, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, broncoespasmo, hipertensão pulmonar, cardiomiopatia, bloqueio atrioventricular, esteatose hepática, anemia hemolítica, meta-hemoglobinemia, pneumonite química, apneia, apneia de sono, bloqueio de ramo, cetoacidose diabética, confusão, crescimento intra uterino restrito, dispraxia, doença autoimune, glomerulonefrite, hepatomegalia, hipotonia, infarto cerebral, infertilidade, linfocitopenia, líquen plano, mieloma múltiplo, mielopatia, neoplasia da próstata, parto pré-termo, tetraplegia, traumatismo craniano, vertigem, insuficiência cardíaca, miocardite, nefrite intersticial aguda, parkinsonismo, neuropatia óptica tóxica, acidose respiratória, adenoma, alucinação, amnésia, artrite, artrite reumatoide, artropatia, atetose, bronquite, carcinogênese, carcinoma espinocelular, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, cegueira, choque cardiogênico, choreia, cirrose hepática, coagulopatia, coronariopatias, crise de ausência, delirium, diabetes insípida, disfunção erétil, displasia, doença da tireoide, doença de Peyronie, doença do baço, doença do mediastino, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença torácica, eosinofilia, epistaxe, esofagite, estado de mal epilético, fibrilhação ventricular, gastroenterite, glomeruloesclerose segmentar e focal, hidrocefalia, hiper-reatividade brônquica, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipersonia, hipotiroidismo, infertilidade feminina, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, lesões orais, leucomalácia periventricular, linfoma de células B, mesotelioma, mialgia, mielinólise pontina central, mioclonia, necrose tubular aguda, neurastenia, neurite óptica, neutropenia, oftalmoplegia, oligúria, otite, pancitopenia, paralisia cerebral, paranoia, parestesia, patologia uterina, perturbações da marcha, pneumomediastino, poliglobulia, reabsorção fetal, retardo mental, retinopatia, rinite, sangramento gastrointestinal, sarcoma, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome mielodisplásica, sofrimento fetal, taquicardia ventricular, transtorno alimentar, transtorno de personalidade, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno somatoforme, tumor de pele, tumor renal, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Perda bilateral, indolor e progressiva da visão central, com discromatopsia vermelho-verde antes da acuidade cair. Etambutol e linezolida dependem de dose e tempo; suspender cedo é o que separa o reversível do definitivo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.