Progesterona

Que lesão de órgão progesterona pode causar? exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, erupção fixa por droga, pneumonia eosinofílica aguda, pneumonia eosinofílica, doença da mama, neoplasia da mama, patologia uterina, complicações na gravidez, carcinoma, sangramento uterino anormal, trombose, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença dos ovários, hipertensão arterial, adenocarcinoma, trombose venosa, cardiopatia congênita, diabetes mellitus, infertilidade, distúrbio da diferenciação sexual, urticária e angioedema, lesões orais, transtorno puerperal, tumor do ovário, acidente vascular cerebral, metrorragia, doença genética, doença óssea, eritema, flebite, hiperplasia do endométrio, meningioma, nefropatia, vasculite, infarto do miocárdio, convulsão, aborto espontâneo, acne, diabetes gestacional, distúrbio da Pigmentação, doença das glândulas sebáceas, infertilidade feminina, tromboflebite, alopécia, alterações fibrocísticas da mama, cirrose hepática, coronariopatias, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, doença vulvar, embolia, embolia pulmonar, endometriose, perturbação sensorial, transtornos do humor, adenoma, anafilaxia, anomalias craniofaciais, asma, bócio, carcinogênese, carcinoma in situ, coagulopatia, eosinofilia, eritema multiforme, fenda palatina, gengivite, hiperpituitarismo, hipersensibilidade respiratória, isquémia cerebral, osteoporose, tumor cerebral, vaginite, colestase, nefrite intersticial aguda, neuropatia periférica, anemia, arritmia cardíaca, carcinoma espinocelular, cisto, cisto ovariano, citopenia, colelitíase, colite, condição pré-maligna, coriocarcinoma, corrimento vaginal, demência, displasia, doença inflamatória pélvica, endometrite, epilepsia, facomatose, gastroenterite, hemangioma, hepatocarcinoma, hiperprolactinémia, hipospádia, hirsutismo, leiomioma, leucemia linfoide, nefrite, neoplasia trofoblástica, neurofibromatose, neurofibromatose tipo I, neurofibromatoses, pancreatite, paniculite, periodontite, perturbação do neurodesenvolvimento, pielonefrite, prurido, sarcoma, síndrome de hiperestimulação ovariana, síndrome hipereosinofílica, surdez, telangiectasia, transposição de grandes artérias, transtorno auditivo, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, vulvite, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, esteatose hepática, agranulocitose, trombocitopenia, fotossensibilidade, abscesso amebiano, acidente isquémico transitório, acromegalia, adenoma hepático, alopecia areata, anemia sideroblástica, anencefalia, angioedema, anovulação, artrite, artrite reumatoide, artropatia, câncer de adrenal, cárie dentária, choque cardiogênico, cirrose biliar primária, colestase intra-hepática da gravidez, colite pseudomembranosa, coma diabético, criptorquia, crise de ausência, depressão pós-parto, dermatite herpetiforme, diabetes insípida, diátese hemorrágica, disfunção testicular, doença da bexiga, doença de Alzheimer, doença de Fox-Fordyce, doença do baço, doença do enxerto contra hospedeiro, doença do pé, doenças hipertensivas da gravidez, encefalomielite autoimune experimental, enterocolite, eritema nodoso, erro metabólico hereditário, esclerose múltipla, esquizofrenia, estomatite, exantema, exoftalmia, extrofia da bexiga, fibroadenoma, glioma, granuloma, gravidez ectópica, hemangioma cavernoso, hematocolpos, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia pós-parto, hidradenitis, hidrosadenite, hiperplasia adrenal congênita, hipertiroidismo, hipertricose, hipogonadismo, hipotireoidismo congênito, hipotiroidismo, infarto cerebral, letargia, leucemia, leucopenia, leucorreia, lúpus eritematoso sistêmico, mastite, melanoma, menopausa prematura, mesotelioma, mielopatia, miliária, mioma, miopatia, miosite, nanismo, neutropenia, osteoma, paralisia, paralisia cerebral, perda auditiva sensorioneural, perda do embrião, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, pré-eclampsia, púrpura, rosácea, sangramento gastrointestinal, síndrome coronária aguda, síndrome do ovário policístico, síndrome mielodisplásica, taquicardia, taquicardia ventricular, taupatia, transtorno alimentar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno neurótico, transtorno respiratório, traumatismo craniano, trombofilia, trombose venosa cerebral, tumor neuroendócrino, tumor ósseo, vaginite por candidíase e vasoespasmo coronariano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
29 de 38 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
10 de 26 artigos

Erupção fixa por droga

BProvávelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
8 de 9 artigos

Pneumonia eosinofílica aguda

CPossívelRespiratória

Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.

Relatos no FAERS:
28
ROR:
30,9 (IC 95% 21,245,1)
Literatura:
3 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Relatos no FAERS:
52
ROR:
10,2 (IC 95% 7,813,4)
Literatura:
2 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
8 de 46 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
5 de 24 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
5 de 90 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
2 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.