Anomalias craniofaciais
BProvávelMusculoesquelética- Literatura:
- 4 de 4 artigos
Que lesão de órgão medroxiprogesterona pode causar? anomalias craniofaciais, insuficiência adrenal, infarto do miocárdio, neuropatia periférica, patologia uterina, doença da mama, neoplasia da mama, sangramento uterino anormal, doença óssea, osteoporose, carcinoma, trombose, doença cerebrovascular, adenocarcinoma, acidente vascular cerebral, coronariopatias, complicações na gravidez, demência, hiperplasia do endométrio, infertilidade, flebite, meningioma, metrorragia, perturbação cognitiva, síndrome de Cushing, tromboflebite, trombose venosa, vasculite, doença dos ovários, nefropatia, transtorno puerperal, hipertensão arterial, infertilidade feminina, menorragia, insuficiência cardíaca, torsades de pointes, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, acromegalia, alopécia, arritmia cardíaca, carcinoma in situ, cardiopatia congênita, cisto, colelitíase, diabetes mellitus, embolia, embolia pulmonar, fenda palatina, galactorreia, hiperpituitarismo, lesões orais, osteopenia, reabsorção óssea, taquicardia, transtorno respiratório, tumor do ovário, esteatose hepática, nefrite intersticial aguda, aborto espontâneo, alterações fibrocísticas da mama, anafilaxia, carcinogênese, cisto ovariano, citopenia, coagulopatia, colite, condição pré-maligna, corrimento vaginal, displasia, distúrbio da Pigmentação, doença genética, doença inflamatória pélvica, doença vulvar, endometrite, gastroenterite, ginecomastia, hepatocarcinoma, hiperventilação, incontinência urinária, infeção sexualmente transmissível, leiomioma, nefrite, perturbação sensorial, pielonefrite, púrpura, trombofilia, trombose venosa cerebral, trombocitopenia, erupção fixa por droga, acne, adenoma, adenoma hepático, alcalose respiratória, anencefalia, anorexia nervosa, anovulação, arteriosclerose, asma, ataxia, aterosclerose, cãibra, carcinoma adenoescamoso, carcinoma ductal in situ, carcinoma espinocelular, cardiomegalia, catarata, cervicite, choreia, cirrose hepática, coloboma, descerebração, diabetes mellitus tipo 2, disfunção ventricular esquerda, displasia de desenvolvimento da anca, dispneia, distúrbio da diferenciação sexual, doença da bexiga, doença das glândulas sebáceas, doença de Alzheimer, doença do baço, doença dos brônquios, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, embolia cerebral, endometriose, enxaqueca, eosinofilia, epispádia, eritema, eritema nodoso, erro metabólico hereditário, exantema, extrofia da bexiga, facomatose, faringite, fibroadenoma, fraqueza muscular, gengivite, hematometra, hemorragia pós-parto, hidrocefalia, hiper-reatividade brônquica, hiperandrogenismo, hipersensibilidade respiratória, hipertensão intracraniana idiopática, hipopituitarismo, hipospádia, hirsutismo, ictiose, imunodeficiência, infarto cerebral, infeção do trato urinário, infecção pelo HIV, infertilidade masculina, isquémia cerebral, leucopenia, melanoma, meningite, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, neurofibromatose, neurofibromatose tipo I, neurofibromatoses, neuropatia óptica, oligospermia, osteopetrose, osteosclerose, paniculite, papiledema, parapsoríase, periodontite, placenta acreta, proteinúria, queratose, retinopatia, salpingite, sangramento gastrointestinal, sindactilia, síndrome de Crouzon, síndrome de Treacher Collins, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome do ovário policístico, taupatia, transtorno alimentar, transtornos do humor, tremor, trombose coronariana, tumor cerebral, tumor de pele, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, vaginite, vaginite por candidíase, vaginose bacteriana, variz, vasoespasmo coronariano e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.