Carcinoma
BProvávelOncológica- Literatura:
- 394 de 988 artigos
Que lesão de órgão dietilestilbestrol pode causar? carcinoma, adenocarcinoma, patologia uterina, infertilidade, adenocarcinoma de células claras, condição pré-maligna, disfunção testicular, carcinoma espinocelular, infertilidade feminina, adenoma, carcinoma in situ, infertilidade masculina, ginecomastia, hipospádia, criptorquia, trombose, doença cerebrovascular, teratoma, trombose venosa, alterações fibrocísticas da mama, ectopia cervical, complicações na gravidez, doença da mama, neoplasia da mama, nefropatia, aborto espontâneo, tumor cerebral, tumor renal, doença dos ovários, cisto, tumor do ovário, sarcoma, gravidez ectópica, distúrbio da diferenciação sexual, endometriose, leiomioma, lesão hepática medicamentosa, aborto habitual, prolactinoma, hepatocarcinoma, incompetência istmocervical, neoplasia da próstata, neoplasia das vias respiratórias, transtorno puerperal, tumor pulmonar, carcinogênese, cisto ovariano, perturbação do neurodesenvolvimento, infarto do miocárdio, anemia, citopenia, displasia, doença da bexiga, sangramento uterino anormal, tumor de pele, alopécia, aneurisma, aneurisma da aorta, arteriosclerose, doença genética, doença óssea, embolia, embolia pulmonar, flebite, hiperplasia prostática benigna, neoplasia da bexiga, puberdade precoce, transtornos do humor, tromboflebite, vasculite, carcinoma ductal in situ, cardiopatia congênita, cirrose hepática, cistoadenocarcinoma, diabetes mellitus, dificuldade de aprendizagem, doença dos brônquios, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, lesões orais, linfoma, osteoporose, paralisia cerebral, síndrome de insensibilidade a andrógenos, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno da comunicação, transtornos linfoproliferativos, tumor do pâncreas, tumos cordao sexual, varicocelo, esteatose hepática, anemia aplástica, trombocitopenia, exantema medicamentoso, anomalias craniofaciais, aplasia de medula óssea, atresia esofágica, carcinoma de células renais, cardiomegalia, coagulopatia, coronariopatias, disgenesia gonadal, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doenças hipertensivas da gravidez, enxaqueca, estenose uretral, fenda palatina, fístula das vias respiratórias, fístula traqueoesofágica, hiperplasia do endométrio, hipogonadismo, leucemia, malformação arteriovenosa, malformação vascular, neoplasia dos brônquios, osteossarcoma, pancitopenia, papiloma, perda do embrião, perturbação sensorial, pré-eclampsia, queratose, rabdomiossarcoma, reabsorção fetal, ruptura da aorta, síndrome do ovário policístico, traqueopatia, trombofilia, nefrite intersticial aguda, anemia hemolítica, convulsão, urticária e angioedema, acantose nigricans, adenoma hepático, ambliopia, ametropia, anencefalia, anorexia nervosa, anovulação, artropatia, asma, bócio, cálculo renal, carcinoma de células pequenas, carcinoma urotelial, cistite, coagulação intravascular disseminada, colelitíase, coriocarcinoma, crescimento intra uterino restrito, derrame pericárdico, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, disfunção erétil, disgerminoma, doença da tireoide, doença da vesícula biliar, doença do mediastino, doença infecciosa do sistema nervoso, doença inflamatória pélvica, doença pulmonar obstrutiva, doença torácica, doença vulvar, endometrite, epididimite, eritroplasia, galactorreia, germinoma, hemangioendotelioma kaposiforme, hemangioma, hemorragia pós-parto, hepatomegalia, hidranencefalia, hidronefrose, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, hipertensão intracraniana idiopática, hipertrofia ventricular esquerda, hipotensão arterial, imunodeficiência, insuficiência adrenal, insuficiência respiratória, leiomiossarcoma, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucopenia, linfocitopenia, luxação, luxação da anca, melanoma, melanose, menopausa prematura, menorragia, mesotelioma, mielopatia, miopia, nefrite, neoplasia trofoblástica, neurite óptica, neuropatia óptica, oligospermia, orquite, pancreatite, parada cardíaca, parto pré-termo, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, púrpura, retardo mental, rotura do útero, ruptura prematura de membranas, surdez, transtorno alimentar, transtorno auditivo, transtorno respiratório, tumor mediastinal, tumor neuroendócrino, tumor ósseo, úlcera péptica, vaginite e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.