Dioxinas

Que lesão de órgão dioxinas pode causar? acne, doença das glândulas sebáceas, sarcoma, lesão hepática medicamentosa, transtornos linfoproliferativos, linfoma, endometriose, aborto espontâneo, lesões orais, nefropatia, anomalias craniofaciais, linfoma não Hodgkin, fenda palatina, perturbação do neurodesenvolvimento, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, hidronefrose, neuropatia periférica, infertilidade, adenoma, infertilidade masculina, complicações na gravidez, carcinoma, tumor de pele, diabetes mellitus, doença da tireoide, adenocarcinoma, diátese hemorrágica, doença da mama, neoplasia da mama, hepatocarcinoma, esteatose hepática, carcinoma espinocelular, disfunção testicular, doença óssea, leucemia, mieloma múltiplo, carcinogênese, cardiopatia congênita, displasia, condição pré-maligna, criptorquia, derrame pericárdico, doença ocular, linfoma de Hodgkin, sangramento gastrointestinal, tumor ósseo, insuficiência cardíaca, exantema medicamentoso, arteriosclerose, asma, cirrose hepática, coagulopatia, crescimento intra uterino restrito, deficiência de vitamina K, diabetes mellitus tipo 2, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença da bexiga, doença dos brônquios, doença dos ovários, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, eritema, fibrossarcoma, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, hipospádia, insuficiência renal, lipossarcoma, mesotelioma, neoplasia da bexiga, neoplasia da próstata, neoplasia do nariz, neurodegeneração, neurofibromatoses, papiloma, paralisia, parto pré-termo, patologia uterina, perturbação cognitiva, proteinúria, queratose, reabsorção fetal, sarcoma de Kaposi, tumor neuroendócrino, úlcera péptica, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, dano alveolar difuso, cardiomiopatia, trombocitopenia, meta-hemoglobinemia, fotossensibilidade, cistite hemorrágica, aborto habitual, acidente vascular cerebral, adenoma hepático, alopécia, anemia, anencefalia, anodontia, artrite, artrite reumatoide, artropatia, aterosclerose, autismo, bócio, cisto, cisto epidermoide, citopenia, coma, coronariopatias, depressão nervosa, disfunção cognitiva, disfunção erétil, dispraxia, distonia, distúrbio da diferenciação sexual, doença arterial periférica, doença cerebrovascular, doença do pâncreas, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, erro metabólico hereditário, espectro autista, fibroma, glicosúria, hiperplasia do endométrio, hiperplasia prostática benigna, hipertiroidismo, hipoestesia, hipolipoproteinemia, hipotiroidismo, hirsutismo, imunodeficiência, infertilidade feminina, insuficiência renal crônica, leucopenia, linfoma de células B, melanoma, nefrite, nefropatia diabética, neoplasia da pleura, neurose de guerra, oligospermia, osteoporose, perda de consciência, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação sensorial, plasmocitoma, pleurisia, prurido, puberdade precoce, retardo mental, schwannoma, síndrome do desejo sexual hipoativo, tamponamento cardíaco, transtorno da comunicação, transtorno de desenvolvimento de linguagem, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório, transtornos do humor, tremor, tumor cardíaco, tumor cerebral, tumor do ovário, tumor renal, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e úlcera gástrica.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
44 de 51 artigos

Neuropatia periférica

BProvávelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
8 de 9 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
5 de 13 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Dano alveolar difuso

CPossívelRespiratória

O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
1 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
1 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.