Glaucoma
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Que lesão de órgão frutose pode causar? glaucoma, hipertensão ocular, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, ametropia, miopia, lesão hepática medicamentosa, parestesia, cálculo renal, transtorno da comunicação, acidose tubular renal, encefalopatia hiperamonêmica, anomalias craniofaciais, uveíte, distúrbio da fala, exantema, esteatose hepática, hipertensão arterial, nefropatia, diabetes mellitus, doença hepática gordurosa não alcoólica, complicações na gravidez, diabetes mellitus tipo 2, doença genética, retinopatia, transtornos do humor, lesões orais, alucinação, convulsão, transtorno respiratório, epilepsia, gastroenterite, perturbação do neurodesenvolvimento, síndrome do desejo sexual hipoativo, arteriosclerose, disfunção erétil, erro metabólico hereditário, fenda palatina, insuficiência renal, exantema medicamentoso, cirrose hepática, colite, dissonia, perda de consciência, perturbação de ansiedade, transtorno bipolar, lesão renal aguda, artrite, artropatia, coma, confusão, encefalite, fenda labial, hiperventilação, mioclonia, parassonia, transtorno alimentar, artropatia por deposição de cristais, aterosclerose, cardiomegalia, catarata, cegueira, demência, epilepsia focal, epistaxe, gota, granuloma, hipersonia, nefrite, proteinúria, transtorno de pânico, transtorno do espectro esquizofrênico, neuropatia periférica, afasia, bexiga hiperativa, burning mouth syndrome, carcinoma, cárie dentária, citopenia, condição pré-maligna, crescimento intra uterino restrito, degenerescência macular, descolamento de retina, dificuldade de aprendizagem, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença da bexiga, doença da córnea, doença óssea, encefalopatia hepática, enxaqueca, esquizofrenia, estado de mal epilético, glomerulonefrite, hemianopsia, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, má-absorção intestinal, miopatia, prurido, sonambulismo, tosse, transtorno obsessivo-compulsivo, tremor, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, pneumonia eosinofílica, hemorragia alveolar difusa, pneumonia eosinofílica aguda, cardiomiopatia, valvopatia, insuficiência hepática aguda, síndrome nefrótica, trombocitopenia, síndrome serotoninérgica, síndrome neuroléptica maligna, urticária e angioedema, aborto espontâneo, acidose respiratória, adenocarcinoma, adenoma, afasia de Broca, ageusia, alcalose respiratória, anafilaxia, anorexia nervosa, arritmia cardíaca, ataxia, bolha, cardiopatia congênita, cetoacidose diabética, cisto, cisto ovariano, cólica, colite microscópica, depressão nervosa, diabetes mellitus tipo 1, disfunção cognitiva, disgeusia, dispneia, distúrbios do sistema vestibular, doença de Von Gierke, doença do pé, doença dos ovários, doença dos seios paranasais, doença inflamatória intestinal, encefalomielite autoimune experimental, enterite, eosinofilia, eritema, erosão dentária, esquizofrenia paranoide, estupor, fasciculação, glicogenose, glomeruloesclerose segmentar e focal, hemiplegia, hepatocarcinoma, hiperhomocisteinemia, hipertensão intracraniana idiopática, hipertricose, hipoparatireoidismo, hipospádia, imunodeficiência, incontinência urinária, infeção do trato urinário, insônia, insuficiência adrenal, insuficiência placentária, insuficiência respiratória, intolerância hereditária à frutose, lesão pulmonar, letargia, leucopenia, malformações cefálicas congênitas, mioquimia, nefropatia diabética, neoplasia das vias respiratórias, neurodegeneração, neuropatia diabética, neuropatia óptica, nevralgia, obstrução intestinal, pancreatite, paniculite, papiledema, paralisia, paresia, placa bacteriana, poliúria, priapismo, rabdomiólise, raquitismo, reabsorção fetal, retenção urinária, retinite pigmentosa, sialolitíase, síndrome compartimental, síndrome das pernas inquietas, síndrome de Capgras, síndrome de Fanconi, síndrome de Reye, síndrome do cólon irritável, síndrome do ovário policístico, síndrome hipereosinofílica, sinusite, taquicardia, transtorno comportamental do sono de movimento rápido dos olhos, transtorno de desenvolvimento de linguagem, transtornos linfoproliferativos, trombose, tumor de pele, tumor do pâncreas, tumor pulmonar, uremia, vertigem e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.