Interferão beta-1a

Que lesão de órgão interferão beta-1a pode causar? citopenia, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, trombocitopenia, doença da tireoide, retinopatia, leucopenia, trombose, aborto espontâneo, paniculite, sarcoidose, eritema, hipotiroidismo, lesão renal aguda, parto pré-termo, doença autoimune, nefropatia, complicações na gravidez, anemia, hipertensão arterial, encefalite, encefalite viral, gripe, leucoencefalopatia multifocal progressiva, artropatia, transtornos do humor, úlcera, vasculite, hipertensão pulmonar, miopatia, perturbação sensorial, psoríase, transtornos linfoproliferativos, anemia hemolítica, neuropatia periférica, artrite, coagulopatia, diabetes mellitus, hipertiroidismo, imunodeficiência, insuficiência renal, linfocitopenia, púrpura, síndrome nefrótica, bócio, doença cerebrovascular, doença de Raynaud, esclerose múltipla, gastroenterite, glomerulonefrite, lúpus eritematoso sistêmico, nefrite, síndrome hemolítica-urémica, tiroidite, uremia, encefalopatia, urticária e angioedema, arritmia cardíaca, colite, diabetes mellitus tipo 1, doença óssea, encefalopatia hipertensiva, exoftalmia, glomeruloesclerose segmentar e focal, insuficiência hepática, neurite óptica, neuropatia óptica, pancreatite, polineuropatia, proteinúria, púrpura trombocitopênica trombótica, trombofilia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, síndrome de extravasamento capilar, bradicardia, agranulocitose, pneumonia em organização, anafilaxia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, degenerescência macular, distúrbio da Pigmentação, doença dos brônquios, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva, edema macular, enxaqueca, eosinofilia, espasticidade, fibrose pulmonar idiopática, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hipertonia, leucemia, leucemia mieloide, nevo, pneumonia intersticial idiopática, rabdomiólise, tiroidite autoimune, tumor de pele, sarcoidose pulmonar induzida, cardiomiopatia, bloqueio atrioventricular, insuficiência hepática aguda, anemia aplástica, convulsão, hipertensão arterial pulmonar por droga, erupção fixa por droga, acidente vascular cerebral, acromegalia, adenocarcinoma, alucinação, anemia hemolítica autoimune, anemia megaloblástica, anemia perniciosa, anovulação, aplasia de medula óssea, arterite, arterite de Takayasu, artralgia, artrite psoriática, baixa visão, bloqueio de ramo, bursite, carcinogênese, carcinoma, celulite, cetoacidose diabética, colite isquêmica, colite ulcerosa, confusão, delirium, demência, dermatomiosite, displasia, doença celíaca, doença da mama, doença de Alzheimer, doença de Crohn, doença de darier, doença de lesão mínima, doença dos ovários, doença genética, embolia, emergência hipertensiva, encefalomielite disseminada aguda, esclerose sistêmica, espondiloartropatia, exantema, fibrilação auricular, fraqueza muscular, hemangioendotelioma kaposiforme, hemangioma, hemorragia intracerebral, hemorragia retinal, hepatite E, hepatite Viral, hepatocarcinoma, hiperalgesia, hiperpituitarismo, hipersensibilidade de tipo III, hipopigmentação, histiocitose, lesões orais, leucemia mieloide crônica, linfo-histiocitose hemofagocítica, lipodistrofia, lúpus eritematoso discóide, má-absorção intestinal, meningite, meningite asséptica, miastenia grave, mielite transversa, mielopatia, miosite, mixedema, mononeuropatia, nefropatia membranosa, neoplasia da mama, neoplasia mieloproliferativa, neuromielite óptica, neutropenia, nevralgia do trigémeo, osteoporose, panencefalite esclerosante subaguda, paranoia, parapsoríase, paresia, patologia uterina, perda auditiva sensorioneural, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, pneumonia, polimiosite, queratose, reabsorção óssea, reumatismo, sangramento uterino anormal, síndrome mielodisplásica, síndrome paraneoplásica, sinovite, surdez, taupatia, tirotoxicose, transtorno auditivo, transtorno do espectro esquizofrênico, trombose venosa, vasculite cerebral e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
24 de 31 artigos

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
21 de 23 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
19 de 36 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
4 de 5 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
6 de 15 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
5 de 10 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
5 de 54 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
4 de 7 artigos

Encefalopatia

CPossívelNeurológica

A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.

Literatura:
3 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
3 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
2 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
2 artigos

Hipotensão com hemoconcentração e edema pulmonar por fuga de albumina. Volume agrava, e o que salva é suspender a droga — interleucina-2, gencitabina, fator estimulador de colônias.

Literatura:
2 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
2 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Literatura:
2 artigos

Sarcoidose pulmonar induzida

CPossívelRespiratória

Granuloma não caseoso com adenopatia hilar que abre depois de interferon, anti-TNF ou inibidor de checkpoint. Regride com a retirada, o que a sarcoidose de verdade não faz.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Grupo próprio na classificação porque a história muda o prognóstico: anorexígeno e dasatinibe podem regredir ao suspender, e por isso a pergunta sobre o fármaco vem antes de tratar como idiopática.

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.