Retinopatia
BProvávelOcular- Literatura:
- 453 de 556 artigos
Que lesão de órgão hidroxicloroquina pode causar? retinopatia, maculopatia tóxica, arritmia cardíaca, exantema medicamentoso, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, perturbação sensorial, distúrbio da Pigmentação, cardiomiopatia, hiperpigmentação, escotoma, taquicardia, taquicardia ventricular, torsades de pointes, doença da córnea, lesão hepática medicamentosa, daltonismo, transtorno auditivo, bradicardia, hipotensão arterial, cardiomiopatia restritiva, perda auditiva sensorioneural, ceratopatia vorticilada, doença autoimune, miopatia, lúpus eritematoso sistêmico, doença genética, exantema, nefropatia, psoríase, degenerescência macular, eritema, complicações na gravidez, citopenia, trombocitopenia, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, dRESS, bloqueio de ramo, eosinofilia, eritema multiforme, erro metabólico hereditário, lesões orais, surdez, cardiomegalia, insuficiência renal, nefrite, parto pré-termo, prurido, lesão renal aguda, disfunção ventricular esquerda, glomerulonefrite, lipidose, retinite pigmentosa, cegueira, edema macular, eritrodermia, fraqueza muscular, leucopenia, proteinúria, retinite, síndrome paraneoplásica, pneumonite intersticial, agranulocitose, convulsão, fotossensibilidade, anemia, artrite, artrite reumatoide, artropatia, baixa visão, cardiomiopatia dilatada, coagulopatia, coma, crescimento intra uterino restrito, demência, doença de Alzheimer, estomatite, gastroenterite, hipertrofia ventricular esquerda, líquen plano, miastenia grave, miosite, nefrite lúpica, pênfigo, perda de consciência, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, taupatia, trombofilia, zumbido, bloqueio atrioventricular, síndrome nefrótica, anemia hemolítica, meta-hemoglobinemia, urticária e angioedema, aborto espontâneo, alucinação, choque cardiogênico, contração ventricular prematura, dermatomiosite, disfagia, disgeusia, distúrbios do sistema vestibular, doença cerebrovascular, doença de depósito lisossômico, doença óssea, fibrilhação ventricular, hematúria, hipopigmentação, polimiosite, porfiria hepática, síndrome de Sweet, transtorno bipolar, transtornos do humor, uveíte, vertigem, fibrose pulmonar, pneumonia eosinofílica, hipertensão pulmonar, pneumonia eosinofílica aguda, miocardite, valvopatia, esteatose hepática, nefrite intersticial aguda, anemia aplástica, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, pustulose exantemática aguda generalizada, miocardite eosinofílica, erupção fixa por droga, acidente vascular cerebral, ageusia, anisocoria, aplasia de medula óssea, ataxia, atrofia óptica, cardiomiopatia hipertrófica, colite, confusão, corioretinite, delirium, descolamento de retina, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, diverticulite, diverticulose, doença da bexiga, doença de Whipple, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença periodontal, eczema, encefalopatia hepática, endocardite, esclerose sistêmica, estenose aórtica, gastrite, glaucoma, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipertensão ocular, histiocitose, íleo paralítico, incontinência urinária, infeção do trato urinário, infeção ocular, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, linfo-histiocitose hemofagocítica, lipodistrofia, má-absorção intestinal, melanose, miopatia nemalínica, neuropatia óptica, nictalopia, obstrução intestinal, osteoporose, pancreatite, parada cardíaca, paralisia, parestesia, periostite, peritonite, pneumonia, pneumonia viral, porfiria aguda intermitente, porfiria cutânea tarda, retinite por citomegalovírus, retinopatia da prematuridade, sangramento gastrointestinal, síndrome de Fanconi, síndrome de Goodpasture, síndrome hipereosinofílica, síndrome inflamatória de reconstituição imune, síndrome mielodisplásica, tetraplegia, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, úlcera, úlcera gástrica, úlcera péptica, vasculite, vitiligo e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Centenas de pústulas estéreis sobre pele vermelha, em dois a três dias. Confunde-se com psoríase pustulosa e com infecção — e a cultura vem negativa.
Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.