Fentanila

Que lesão de órgão fentanila pode causar? síndrome de rigidez torácica por opioide, depressão respiratória por opioide, síndrome serotoninérgica, bradicardia, convulsão, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, prurido, miopatia, hipertonia, rigidez Muscular, tosse, anafilaxia, coma, mioclonia, disfunção de pregas vocais, hipoventilação, laringoespasmo, miose, síndrome de Horner, tremor, bloqueio neuromuscular residual, meta-hemoglobinemia, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome de Brugada induzida por droga, torsades de pointes, síndrome do desconforto respiratório agudo, hemorragia alveolar difusa, síndrome neuroléptica maligna, cardiomiopatia, broncoespasmo, prolongamento do intervalo QT, urticária e angioedema, lesão hepática medicamentosa, parkinsonismo, exantema medicamentoso, insuficiência cardíaca, arritmia cardíaca, hipotensão arterial, perturbação sensorial, apneia, confusão, hiperalgesia, parada cardíaca, delirium, perda de consciência, complicações na gravidez, hipertensão arterial, doença da laringe, epilepsia, perturbação cognitiva, taquicardia, espasmo, paralisia, hipóxia cerebral, retenção urinária, amnésia, doença cerebrovascular, acidose respiratória, alucinação, cardiopatia congênita, dissonia, distonia, doença dos brônquios, eritema, insuficiência adrenal, isquémia cerebral, lesões orais, neoplasia, catalepsia patológica, catatonia, coronariopatias, disfagia, paralisia respiratória, paresia, perturbação do neurodesenvolvimento, afasia, apneia de sono, apneia obstrutiva do sono, ataxia, citopenia, demência, disfunção cognitiva, distúrbio da fala, distúrbio da Pigmentação, edema cerebral, enxaqueca, eosinofilia, fraqueza muscular, hemiplegia, hipertensão intracraniana idiopática, hipoestesia, hipopigmentação, íleo paralítico, nefropatia, obstrução intestinal, pancreatite, transtorno da comunicação, miocardite, trombocitopenia, neuropatia periférica, edema pulmonar por opioide, acidente vascular cerebral, angioedema, anisocoria, anomalias craniofaciais, apneia central do sono, artralgia, artropatia, asma, atetose, bloqueio de ramo, cirrose hepática, coagulopatia, colite, descerebração, descolamento prematuro da placenta, disfunção ventricular esquerda, dispneia, distúrbios do sistema vestibular, doença da bexiga, doença de refluxo gastroesofágico, doença do neurônio motor, doença genética, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, doença torácica, engasgo, epilepsia focal, estado de mal epilético, estomatite, estupor, faringite, fenda palatina, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, flebite, fobia, gastroenterite, granuloma, hemorragia intracraniana, hepatite B, hepatite C, hepatite Viral, hiper-reatividade brônquica, hiperidrose, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, hipocinesia, hipogonadismo, imunodeficiência, infarto cerebral, insuficiência hepática, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, letargia, leucocitose, leucopenia, linfocitopenia, meningite, meningite asséptica, mielopatia, miocardiopatia de takotsubo, miotonia, nevralgia, obstrução das vias aéreas, osteoporose, paralisia facial, paranoia, parassonia, perda auditiva sensorioneural, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação de stresse pós-traumático, perturbações da marcha, pneumonia, priapismo, proteinose alveolar pulmonar, pseudo-obstrução intestinal, rabdomiólise, síndrome compartimental, síndrome coronária aguda, síndrome das pernas inquietas, síndrome de Brugada, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, surdez, taquicardia ventricular, transtorno auditivo, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno puerperal, transtornos do humor, transtornos linfoproliferativos, traqueopatia, traumatismo craniano, tromboflebite, trombose, trombose venosa, úlcera, vasculite e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Fentanila em bolus rápido: o tórax fecha e não ventila nem com bolsa. Não é broncoespasmo e não adianta broncodilatador — o que resolve é naloxona ou bloqueador neuromuscular, e quem espera perde o doente.

Relatos no FAERS:
36
ROR:
230,4 (IC 95% 140,6377,5)
Literatura:
44 de 65 artigos

Depressão respiratória por opioide

AEstabelecidoRespiratória

A frequência respiratória cai antes da saturação, e sob oxigênio suplementar a saturação cai por último — quem vigia só o oxímetro chega tarde. Naloxona titulada, e a meia-vida dela é menor que a do opioide: o paciente que acordou pode voltar a parar, e por isso a observação continua depois da resposta.

Relatos no FAERS:
1.174
ROR:
18,9 (IC 95% 17,820)
Literatura:
41 de 70 artigos

Síndrome serotoninérgica

AEstabelecidoNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
1.335
ROR:
13,8 (IC 95% 1314,6)
Literatura:
16 de 23 artigos

Bradicardia

AEstabelecidoCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
1.756
ROR:
4,5 (IC 95% 4,24,7)
Literatura:
39 de 89 artigos

Convulsão

BProvávelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Relatos no FAERS:
684
ROR:
0,6 (IC 95% 0,50,6)
Literatura:
26 de 60 artigos

Bloqueio neuromuscular residual

CPossívelRespiratória

Fraqueza que sobra na sala de recuperação depois do bloqueador não despolarizante, com TOF abaixo de 0,9. Manifesta-se como obstrução de via aérea e broncoaspiração, não como aperto de mão fraco, e é por isso que passa. Quem mede com o monitor escolhe entre neostigmina e sugamadex; quem estima pelo relógio erra.

Relatos no FAERS:
87
ROR:
50 (IC 95% 39,463,4)
Literatura:
1 artigos

Meta-hemoglobinemia

CPossívelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Relatos no FAERS:
84
ROR:
6,7 (IC 95% 5,48,4)
Literatura:
3 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
1.080
ROR:
3,9 (IC 95% 3,74,2)
Literatura:
6 de 25 artigos

Supradesnível em V1-V2 que o fármaco desmascara em quem tem o canal de sódio vulnerável, e some quando ele sai. Bloqueador de sódio, tricíclico, lítio e cocaína são os nomes — e o padrão desmascarado carrega risco de morte súbita, não é achado de eletrocardiograma.

Relatos no FAERS:
21
ROR:
3,8 (IC 95% 2,55,9)
Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Relatos no FAERS:
146
ROR:
3,4 (IC 95% 2,94,1)
Literatura:
1 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Relatos no FAERS:
201
ROR:
2,7 (IC 95% 2,43,2)
Literatura:
3 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Relatos no FAERS:
166
ROR:
2,6 (IC 95% 2,23)
Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
482
ROR:
2,2 (IC 95% 22,4)
Literatura:
2 artigos

Broncoespasmo

CPossívelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Relatos no FAERS:
502
ROR:
0,7 (IC 95% 0,70,8)
Literatura:
3 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
116
ROR:
0,5 (IC 95% 0,50,7)
Literatura:
4 de 11 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
376
ROR:
0,3 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
103
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
3 artigos

Parkinsonismo

CPossívelNeurológica

Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.

Relatos no FAERS:
36
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,3)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
568
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
9 de 14 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
150
ROR:
0,1 (IC 95% 0,10,1)
Literatura:
2 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
58
ROR:
0 (IC 95% 00,1)
Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
37
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
1 artigos

Edema pulmonar por opioide

CPossívelRespiratória

Clássico da overdose de heroína, e também da reversão brusca com naloxona. Não cardiogênico, aparece em minutos a horas, e o tratamento é suporte — diurético em doente seco só piora.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.