Miocardiopatia de takotsubo
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Que lesão de órgão epinefrina pode causar? miocardiopatia de takotsubo, cardiomiopatia, urticária e angioedema, edema pulmonar não cardiogênico, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, bradicardia, broncoespasmo, infarto do miocárdio, neuropatia periférica, hipertensão pulmonar, arritmia cardíaca, taquicardia, hipertensão arterial, disfunção ventricular esquerda, hipotensão arterial, retinopatia, anafilaxia, coronariopatias, parada cardíaca, perturbação sensorial, fibrilhação ventricular, taquicardia ventricular, vasoespasmo coronariano, convulsão, doença da córnea, doença cerebrovascular, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, nefropatia, transtorno respiratório, trombose, lesão renal aguda, exantema medicamentoso, distúrbio da Pigmentação, taquicardia supraventricular, cardiopatia congênita, cegueira, embolia, glaucoma, hipertensão ocular, complicações na gravidez, paralisia, perda de consciência, catarata, conjuntivite, embolia pulmonar, hemorragia intracraniana, hiperemia, lesões orais, miocardite, angina, catalepsia patológica, doença dos brônquios, fibrilação auricular, insuficiência respiratória, midríase, miopatia, ptose, tremor, úlcera gástrica, úlcera péptica, arteriosclerose, cardiomegalia, cisto, contração ventricular prematura, degenerescência macular, descolamento de retina, doença genética, hemorragia intracerebral, hiperalgesia, oftalmoplegia, prurido, síncope, taquicardia sinusal, meta-hemoglobinemia, acidente vascular cerebral, artropatia, cardiomiopatia dilatada, ceratite, choque cardiogênico, coagulopatia, diátese hemorrágica, edema macular, epilepsia, escotoma, espasmo, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hiperpigmentação, isquémia cerebral, melanose, lesão hepática medicamentosa, síndrome da íris flácida intraoperatória, edema pulmonar neurogênico, ametropia, angioedema, artrite, asma, blefarite, bloqueio de ramo, citopenia, comunicação interventricular, diabetes mellitus, diplopia, doença da laringe, doença da tireoide, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, hipertiroidismo, hiperventilação, hipoestesia, infeção ocular, lesão pulmonar, miopia, necrose tubular aguda, rabdomiólise, rinite, asma por aspirina, agranulocitose, trombocitopenia, encefalopatia, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, abcesso pulmonar, acidente isquémico transitório, adenocarcinoma, alopécia, alopecia areata, alucinação, amaurose fugaz, aneurisma, aneurisma cardíaco, angina de Prinzmetal, anisocoria, apneia, artralgia, artrite reumatoide, bolha, câncer de adrenal, carcinoma, celulite, coagulação intravascular disseminada, coma, coma diabético, coma hiperosmolar hiperglicémico, condropatia, confusão, conjuntivite alérgica, coriorretinopatia serosa central, dispneia, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença do baço, doença do neurônio motor, doença do pé, doenças hipertensivas da gravidez, duodenite, edema da glote, encefalopatia hipertensiva, enterite, entrópio, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, erro metabólico hereditário, estomatite, exantema, feocromocitoma, flutter atrial, fraqueza muscular, gastrite, gastroenterite, glicogenose, hematemese, hemorragia subaracnóide, infarto cerebral, insuficiência adrenal, leucopenia, miose, mononeuropatia, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia mieloproliferativa, neurite óptica, neuropatia óptica, nevralgia do trigémeo, obstrução das vias aéreas, paralisia de prega vocal, paralisia facial, parestesia, perda auditiva sensorioneural, persistência do canal arterial, perturbação de ansiedade, pneumotórax, pré-eclampsia, reabsorção fetal, retenção urinária, rinite vasomotora, sangramento gastrointestinal, síndrome compartimental, síndrome de Horner, síndrome do túnel carpal, surdez, tirotoxicose, tosse, transtorno auditivo, transtorno de pânico, transtorno puerperal, trauma facial, traumatismo craniano, trombocitose, trombofilia, trombose venosa, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, úlcera de córnea, vasoespasmo cerebral e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Íris que ondula e prolapsa durante a facectomia, com a pupila fechando no meio da cirurgia. Basta ter usado bloqueador alfa-1 alguma vez, mesmo anos antes — por isso a pergunta entra na consulta pré-operatória, e suspender na véspera não resolve.
Infiltrado bilateral logo depois de hemorragia subaracnóidea, crise convulsiva ou overdose, por descarga simpática maciça. Coração normal no eco — e é isso que separa do edema cardiogênico à beira do leito.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.