Que lesão de órgão paroxetina pode causar? síndrome serotoninérgica, síndrome neuroléptica maligna, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, bradicardia, exantema medicamentoso, cardiopatia congênita, perturbação sensorial, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, arritmia cardíaca, confusão, lesões orais, síndrome de descontinuação de antidepressivo, alucinação, parassonia, delirium, galactorreia, xerostomia, glaucoma, hipertensão ocular, tremor, bruxismo, sangramento gastrointestinal, coagulopatia, coma, hipotensão arterial, citopenia, equimose, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipotensão postural, síndrome das pernas inquietas, parkinsonismo, convulsão, síndrome do desconforto respiratório agudo, hipertensão pulmonar, colestase, fotossensibilidade, cardiomiopatia, bloqueio atrioventricular, derrame pleural, edema pulmonar não cardiogênico, urticária e angioedema, trombocitopenia, infarto do miocárdio, síndrome do desejo sexual hipoativo, complicações na gravidez, transtornos do humor, dissonia, transtorno bipolar, doença da mama, insônia, transtorno puerperal, transtorno respiratório, disfunção erétil, perda de consciência, epilepsia, alopécia, doença cerebrovascular, mioclonia, neoplasia da mama, parada cardíaca, priapismo, anisocoria, ataxia, diabetes mellitus, distonia, exantema, ginecomastia, hipertensão arterial, insuficiência respiratória, parestesia, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, taquicardia, vasculite, aborto espontâneo, acidente vascular cerebral, angioedema, bloqueio de ramo, comunicação interventricular, depressão nervosa, disfunção cognitiva, disfunção testicular, fibrilhação ventricular, hipersonia, isquémia cerebral, leucopenia, midríase, patologia uterina, perturbação do neurodesenvolvimento, sangramento uterino anormal, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, tique, transtorno obsessivo-compulsivo, trombose, trombose venosa, úlcera gástrica, úlcera péptica, dano alveolar difuso, acidente isquémico transitório, adenocarcinoma, anomalias craniofaciais, apneia, apneia central do sono, apneia de sono, baixa visão, carcinoma, carcinoma ductal in situ, carcinoma in situ, cardiomegalia, catarata, choque cardiogênico, choreia, cirrose hepática, coloboma, comunicação interatrial, crescimento intra uterino restrito, demência, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, disartria, distúrbio da fala, distúrbio da voz, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença da laringe, doença da tireoide, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença óssea, doenças hipertensivas da gravidez, edema cerebral, embolia, embolia pulmonar, encefalopatia hepática, eosinofilia, epistaxe, fibroadenoma, flebite, gastroenterite, granuloma, gripe, hemoptise, hemorragia intracraniana, hemorragia subaracnóide, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão intracraniana idiopática, hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido, hipertonia, hipertrofia ventricular esquerda, hipoestesia, hipotiroidismo, incontinência urinária, infarto cerebral, letargia, língua negra pilosa, menorragia, metrorragia, miopatia, neoplasia mieloproliferativa, obstrução intestinal, pancreatite, paniculite, psoríase, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, rabdomiólise, sialometaplasia necrosante, síndrome de Brugada, síndrome de Crouzon, síndrome de Treacher Collins, síndrome hipereosinofílica, síndrome mielodisplásica, sonambulismo, taquicardia sinusal, taquicardia supraventricular, tosse, transtorno alimentar, transtorno comportamental do sono de movimento rápido dos olhos, transtorno da comunicação, transtorno de pânico, transtorno de personalidade, transtorno de tique, transtorno do espectro esquizofrênico, trombocitose, tromboflebite e xeroftalmia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Tontura, choque elétrico na cabeça, náusea e irritabilidade em dias, depois de parar ou atrasar a dose. Meia-vida curta é o que define o risco — paroxetina e venlafaxina são os nomes —, e some em horas se a dose voltar, o que confirma e afasta recaída.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.