Hidroxiureia

Que lesão de órgão hidroxiureia pode causar? úlcera, exantema medicamentoso, citopenia, distúrbio da Pigmentação, leucopenia, hiperpigmentação, miopatia, miosite, dermatomiosite, polimiosite, agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, neutropenia, queratose, doença do pé, pneumonite intersticial, infertilidade, alopécia, estomatite, infertilidade masculina, melanose, úlcera bucal, carcinoma basocelular, meta-hemoglobinemia, pneumonite de hipersensibilidade, leucemia, tumor de pele, anemia, lesões orais, carcinoma, carcinoma espinocelular, trombocitopenia, leucemia mieloide, trombose, neoplasia mieloproliferativa, síndrome mielodisplásica, transtornos linfoproliferativos, complicações na gravidez, condição pré-maligna, doença genética, leucemia mieloide aguda, nefropatia, anemia hemolítica, carcinogênese, displasia, pancreatite, transtorno respiratório, pneumonia, vasculite, hipersensibilidade respiratória, mielofibrose idiopática, pancitopenia, ceratose actínica, doença cerebrovascular, doença óssea, eritema, exantema, gastroenterite, leucemia linfoide, linfoma, fibrose pulmonar, neuropatia periférica, fotossensibilidade, afta, anemia congenital, anemia falciforme, anemia megaloblástica, anomalias craniofaciais, azoospermia, dispneia, hemoglobinopatia, hemorragia intracraniana, ictiose, líquen plano, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide, síndrome de diferenciação, infarto do miocárdio, adenocarcinoma, catarata, cirrose hepática, coagulopatia, doença autoimune, doença de Behçet, doença de lesão mínima, doença de Raynaud, fenda palatina, imunodeficiência, insuficiência respiratória, leucocitose, linfocitopenia, linfoma não Hodgkin, necrose avascular, paniculite, piodermite gangrenosa, prurido, púrpura, síndrome torácica aguda, trombocitose, uveíte, variz, hipertensão pulmonar, síndrome do desconforto respiratório agudo, vasculite pulmonar, asma por aspirina, esteatose hepática, lesão renal aguda, síndrome nefrótica, cistite hemorrágica, pneumonia em organização, leucostase pulmonar, aborto espontâneo, acidente vascular cerebral, arritmia cardíaca, blefarite, bolha, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cardiopatia congênita, celulite, ceratite, ceratodermia palmoplantar, cistite, cisto, cisto ovariano, coronariopatias, crescimento intra uterino restrito, demência, diátese hemorrágica, dificuldade de aprendizagem, disfunção erétil, disfunção testicular, disfunção ventricular esquerda, doença da bexiga, doença da córnea, doença da mama, doença de Alzheimer, doença do enxerto contra hospedeiro, doença dos brônquios, doença dos ovários, doença falciforme, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, encefalocele, eritema induratum, esofagite, faringite, fibrose pulmonar idiopática, flebite, fobia, ginecomastia, hemorragia intracerebral, hepatomegalia, hidradenitis, hidrocefalia, hiperalgesia, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão arterial, hipogonadismo, insuficiência renal, leucemia aguda bifenotípica, leucemia linfocítica granular T, leucemia mieloide crônica, leucemia monoblástica aguda, leucemia promielocítica aguda, leucemias de células T, linfoma de Hodgkin, lúpus eritematoso discóide, lúpus eritematoso sistêmico, lupus vulgaris, mialgia, mieloma múltiplo, neoplasia das vias respiratórias, oligospermia, perda do embrião, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, pleurisia, pneumonia intersticial idiopática, policitemia vera, poliglobulia, proteinúria, púrpura trombocitopênica trombótica, reabsorção fetal, retinopatia, sangramento gastrointestinal, sarcoma, sindactilia, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome hemolítica-urémica, tamponamento cardíaco, taupatia, tosse, transtorno alimentar, transtorno da comunicação, tricoleucemia, trombofilia, tromboflebite, trombose coronariana, trombose venosa, tumor de Merkel, tumor filoide, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar e uremia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
58 de 59 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
21 de 35 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
18 de 26 artigos

Pneumonite intersticial

BProvávelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
13 de 19 artigos

Meta-hemoglobinemia

BProvávelHematológica

Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.

Literatura:
5 de 5 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
21 de 58 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
7 de 1786 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
3 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Literatura:
3 artigos

Síndrome de diferenciação

CPossívelRespiratória

Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.

Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
2 artigos

Hipertensão pulmonar

CPossívelRespiratória

Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.

Literatura:
1 artigos

Vasculite pulmonar

CPossívelRespiratória

Capilarite com hemoptise e queda de hemoglobina, às vezes com ANCA positivo. Hidralazina, propiltiouracila e levamisol (adulterante da cocaína) são os nomes que se procura na anamnese.

Literatura:
1 artigos

Asma por aspirina

CPossívelRespiratória

Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Síndrome nefrótica

CPossívelRenal

Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.

Literatura:
1 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
1 artigos

Pneumonia em organização

CPossívelRespiratória

Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.

Literatura:
1 artigos

Leucostase pulmonar

CPossívelRespiratória

Hipoxemia com leucometria muito alta, em que o próprio leucócito entope o capilar. O fator de crescimento e o ATRA sobem a contagem e podem precipitar — e transfundir hemácia antes de baixar a leucometria piora.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.