Níquel

Que lesão de órgão níquel pode causar? neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, neoplasia do nariz, tumor ósseo, exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, urticária e angioedema, doença dos seios paranasais, neoplasia dos seios paranasais, fibrose pulmonar, estomatite, lesão renal aguda, eczema, lesões orais, carcinogênese, doença óssea, displasia, nefropatia, sarcoma, doença dos brônquios, doença genética, dermatite atópica, pneumonite intersticial, hipersensibilidade respiratória, doença pulmonar obstrutiva, carcinoma, asma, pneumonia, eritema, lesão pulmonar, complicações na gravidez, carcinoma espinocelular, miopatia, rabdomiossarcoma, adenocarcinoma, adenoma, fibrossarcoma, neoplasia dos brônquios, transtorno respiratório, tumor renal, doença periodontal, proteinúria, transtornos linfoproliferativos, tumor de pele, distúrbio da Pigmentação, insuficiência renal, síndrome do desconforto respiratório agudo, arteriosclerose, burning mouth syndrome, condição pré-maligna, disidrose, doença do pé, mesotelioma, poliglobulia, prurido, doença autoimune, granuloma, linfoma, neoplasia da próstata, rinite, aborto espontâneo, carcinoma broncogênico, cirrose hepática, disfunção testicular, doença da laringe, eritema multiforme, exantema, febre dos fenos, gastroenterite, gengivite, infertilidade, infertilidade masculina, lesão pulmonar aguda, líquen plano, pólipo nasal, tumor cerebral, edema pulmonar não cardiogênico, convulsão, acne, anemia, aneurisma, angioedema, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, artropatia, blefarite, carcinoma de células pequenas, cardiopatia congênita, citopenia, crescimento intra uterino restrito, dermatite perioral, dissecção da aorta, doença da bexiga, doença das glândulas sebáceas, doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema pulmonar, fenda palatina, fibroma, hipopigmentação, insuficiência respiratória, leiomiossarcoma, leucemia linfoide, leucopenia, linfoma não Hodgkin, neoplasia da bexiga, neoplasia da laringe, pneumonite de hipersensibilidade, proteinose alveolar pulmonar, reabsorção óssea, rinite alérgica perene, trombose, tumor neuroendócrino, pneumonia eosinofílica, cardiomiopatia, miocardite, infarto do miocárdio, neuropatia periférica, miocardite eosinofílica, erupção fixa por droga, infiltrado pulmonar com eosinofilia, pneumonite química, anafilaxia, artrite, aterosclerose, bronquiolite, bronquite, câncer de adrenal, carcinoma adenoide cístico, carcinoma de células renais, carcinoma de pulmão de células não pequenas, carcinoma in situ, carcinoma urotelial, catarata, ceratoacantoma, diátese hemorrágica, dispneia, distúrbio da diferenciação sexual, doença da tireoide, doença do neurônio motor, doença inflamatória pélvica, doença vulvar, edema cerebral, edema da glote, endometrite, engasgo, eosinofilia, epilepsia, erisipela, eritrodermia, esclerose lateral amiotrófica, fenda labial, feocromocitoma, foliculite, gastrite, hiper-reatividade brônquica, hiperpigmentação, hipertensão arterial, hipertiroidismo, hipotiroidismo, leucemia, leucoplasia, melanoma, mieloma múltiplo, mielopatia, miosite, necrose avascular, necrose tubular aguda, nefrite, neoplasia da pleura, neoplasia da traqueia, obstrução das vias aéreas, oftalmoplegia, osteoporose, osteossarcoma, otite, otite externa, papiloma, paralisia, paralisia cerebral, paralisia supranuclear progressiva, patologia uterina, pênfigo, penfigoide bolhoso, perda do embrião, periodontite, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, prurido anal, psoríase, queloide, reabsorção fetal, retardo mental, retinoblastoma, retinopatia, rinite alérgica sazonal, síndrome hipereosinofílica, sinusite, taupatia, tosse, traqueopatia, tumor do pâncreas, úlcera, vitiligo e xerostomia.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
31 de 38 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
29 artigos

Urticária e angioedema

BProvávelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
21 de 41 artigos

Fibrose pulmonar

BProvávelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
18 de 32 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
6 de 9 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
23 de 72 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Pneumonia eosinofílica

CPossívelRespiratória

Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Miocardite eosinofílica

CPossívelCardíaca

Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.

Literatura:
1 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Literatura:
1 artigos

Infiltrado que migra com eosinofilia no sangue — a apresentação clássica da reação a droga no pulmão. O hemograma é o exame que fecha o raciocínio, e sai barato antes de qualquer tomografia.

Literatura:
1 artigos

Pneumonite química

CPossívelRespiratória

Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.