Convulsão
BProvávelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Relatos no FAERS:
- 180
- ROR:
- 1,4 (IC 95% 1,2–1,7)
- Literatura:
- 143 de 254 artigos
Que lesão de órgão teofilina pode causar? convulsão, taquicardia, exantema medicamentoso, rabdomiólise, estado de mal epilético, transtorno da comunicação, dificuldade de aprendizagem, disfemia, distúrbio da fala, eritema multiforme, broncoespasmo, cardiomiopatia, arritmia cardíaca, epilepsia, miopatia, tremor, hipotensão arterial, erupção fixa por droga, perturbação do neurodesenvolvimento, complicações na gravidez, nefropatia, transtorno respiratório, infarto do miocárdio, disfagia, doença de refluxo gastroesofágico, doença dos brônquios, gastroenterite, lesão hepática medicamentosa, lesão renal aguda, insuficiência renal, taquicardia supraventricular, asma, doença da mama, doença pulmonar obstrutiva, eritema, fibrilação auricular, hipersensibilidade respiratória, lesões orais, colite pseudomembranosa, coma, dispneia, enterocolite, perda de consciência, síndrome compartimental, úlcera péptica, cardiopatia congênita, doença cerebrovascular, esofagite, exantema, glaucoma, hipertensão ocular, perturbação sensorial, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, taquicardia sinusal, úlcera gástrica, trombocitopenia, anemia hemolítica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, acidente vascular cerebral, alterações fibrocísticas da mama, anemia, anomalias craniofaciais, arterite, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, choreia, citopenia, convulsão febril, dissonia, distúrbios do sistema vestibular, doença genética, erro metabólico hereditário, estomatite, ginecomastia, gota, hiperventilação, hipotensão postural, íleo paralítico, infarto cerebral, insônia, isquémia cerebral, leucocitose, neoplasia das vias respiratórias, obstrução intestinal, pancreatite, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, pseudo-obstrução intestinal, surdez, transtorno auditivo, transtornos do humor, tumor pulmonar, vasculite, vertigem, broncoespasmo paradoxal, insuficiência cardíaca, torsades de pointes, miocardite, esteatose hepática, síndrome neuroléptica maligna, neuropatia periférica, urticária e angioedema, asma quase fatal, aborto espontâneo, adenocarcinoma, adenoma, alcalose respiratória, alopécia, alucinação, amnésia, anafilaxia, angioedema, apneia, bloqueio de ramo, bócio, bolha, carcinoma, cárie dentária, choque cardiogênico, confusão, conjuntivite, crescimento intra uterino restrito, degenerescência macular, distúrbio da Pigmentação, doença da tireoide, doença óssea, doença vulvar, edema macular, epilepsia focal, epistaxe, eritrodermia, estado asmático, estenose do esófago, fenda palatina, fibrilhação ventricular, fobia, galactorreia, glicosúria, hematúria, hemiplegia, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hipercinesia, hiperpigmentação, hipertonia, hipotiroidismo, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência adrenal, insuficiência respiratória, leucopenia, linfoma, linfoma de células B, linfoma não Hodgkin, midríase, miotonia, osteoporose, parada cardíaca, paralisia, perda auditiva sensorioneural, pneumonia, pneumonia por aspiração, pneumotórax, poliúria, reabsorção fetal, retinopatia, rigidez Muscular, taquicardia ventricular, tosse, transtorno bipolar, transtorno puerperal, transtornos linfoproliferativos, traumatismo craniano, trombose, trombose venosa, truncus arteriosus, tumor do pâncreas, úlcera, uremia, vaginite, vulvite, xerostomia e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Piora logo depois da inalação que deveria aliviar. O reflexo é repetir a dose, e a conduta é o contrário: parar o dispositivo. Conservante e propelente respondem por parte dos casos, então a mesma molécula em outra apresentação costuma ser tolerada — trocar o veículo antes de abandonar o broncodilatador.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.