Citopenia
BProvávelHematológica- Literatura:
- 185 de 279 artigos
Que lesão de órgão ticlopidina pode causar? citopenia, sangramento gastrointestinal, trombocitopenia, coagulopatia, púrpura, leucopenia, lesão hepática medicamentosa, trombofilia, púrpura trombocitopênica trombótica, agranulocitose, hemorragia intracraniana, anemia, neutropenia, colestase, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, exantema medicamentoso, hemorragia intracerebral, artropatia, artrite, exantema, hemorragia intraocular, colite, colestase intra-hepática da gravidez, pancitopenia, síndrome hemolítica-urémica, urticária e angioedema, gastrite, erupção fixa por droga, ageusia, hemoptise, prurido, rabdomiólise, doença cerebrovascular, trombose, infarto do miocárdio, nefropatia, úlcera péptica, acidente vascular cerebral, gastroenterite, coronariopatias, dispneia, transtorno respiratório, traumatismo craniano, anemia hemolítica, uremia, insuficiência renal, doença autoimune, miopatia, perturbação sensorial, pneumonia, úlcera gástrica, hemorragia alveolar difusa, epistaxe, arritmia cardíaca, diátese hemorrágica, embolia, eritema, isquémia cerebral, síndrome coronária aguda, lesão renal aguda, angioedema, embolia gordurosa, hematoma subdural, hematúria, hemorragia subaracnóide, lesões orais, nefrite, trombose coronariana, vasculite, pneumonite intersticial, neuropatia periférica, doença óssea, eosinofilia, hipersensibilidade de tipo III, insuficiência renal crônica, retinopatia, taquicardia, úlcera duodenal, torsades de pointes, nefrite intersticial aguda, pustulose exantemática aguda generalizada, trombocitopenia induzida por heparina, acidente isquémico transitório, arteriosclerose, artralgia, aterosclerose, complicações na gravidez, doença do soro, doença genética, esofagite, glomerulonefrite, granuloma, hemorragia retinal, hemotórax, hipertensão arterial, líquen plano, lúpus eritematoso sistêmico, mielopatia, nefropatia membranosa, osteoporose, pancreatite, psoríase, taquicardia ventricular, transtornos linfoproliferativos, trombose venosa, fibrose pulmonar, pneumonia eosinofílica, edema pulmonar não cardiogênico, dano alveolar difuso, cardiomiopatia, miocardite, bradicardia, esteatose hepática, fotossensibilidade, miocardite eosinofílica, pneumonia em organização, vasculite ANCA por droga, alucinação, ataxia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, bursite, carcinoma, cegueira, cisto, cisto ovariano, coagulação intravascular disseminada, disfunção ventricular esquerda, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença do baço, doença do mediastino, doença dos brônquios, doença dos ovários, doença pulmonar obstrutiva, doença torácica, embolia cerebral, embolia pulmonar, enterite, equimose, eritrodermia, erro metabólico hereditário, fibrilação auricular, fibrose pulmonar idiopática, gastroparesia, hemartrose, hematemese, hematoma epidural, hemofilia A, hemospermia, hifema, hiperemia, hipoestesia, lesão da medula espinhal, lupus vulgaris, melena, mononeuropatia, neoplasia das vias respiratórias, obstrução intestinal, paralisia, perda de consciência, pneumonia intersticial idiopática, púrpura trombocitopênica idiopática, reumatismo, síncope, síndrome compartimental, síndrome de Sweet, síndrome hipereosinofílica, síndrome mielodisplásica, transtorno puerperal, tumor pulmonar, úlcera, úlcera bucal e vasoespasmo coronariano.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Centenas de pústulas estéreis sobre pele vermelha, em dois a três dias. Confunde-se com psoríase pustulosa e com infecção — e a cultura vem negativa.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Propiltiouracila, hidralazina, minociclina e a cocaína cortada com levamisol. O anti-MPO costuma vir em título alto com anti-PR3 junto, o que quase não acontece na vasculite idiopática; retirar a droga resolve boa parte.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.