Anemia hemolítica
AEstabelecidoHematológicaAutoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
- Relatos no FAERS:
- 57
- ROR:
- 5,8 (IC 95% 4,4–7,5)
- Literatura:
- 39 de 78 artigos
Que lesão de órgão quinina pode causar? anemia hemolítica, trombocitopenia, perturbação sensorial, citopenia, cegueira, transtorno auditivo, coagulopatia, exantema medicamentoso, púrpura, surdez, arritmia cardíaca, retinopatia, síndrome hemolítica-urémica, uremia, trombofilia, zumbido, lesão hepática medicamentosa, leucopenia, agranulocitose, perda auditiva sensorioneural, erupção fixa por droga, neuropatia óptica, exantema, púrpura trombocitopênica trombótica, fibrilhação ventricular, granuloma, líquen plano, hipotensão arterial, maculopatia tóxica, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, nefropatia, anemia, insuficiência renal, doença autoimune, fotossensibilidade, diátese hemorrágica, ambliopia, coagulação intravascular disseminada, complicações na gravidez, miopatia, taquicardia, transtornos linfoproliferativos, aborto espontâneo, eritema, lesões orais, transtorno respiratório, convulsão, neuropatia periférica, anemia hemolítica autoimune, atrofia óptica, cãibra, distúrbio da Pigmentação, eritema multiforme, estomatite, hipersensibilidade de tipo III, mielopatia, neurite óptica, parada cardíaca, perda de consciência, púrpura trombocitopênica idiopática, vasculite, torsades de pointes, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, trombocitopenia induzida por heparina, cardiopatia congênita, coma, insuficiência respiratória, neutropenia, pancitopenia, rabdomiólise, taquicardia ventricular, edema pulmonar não cardiogênico, anemia aplástica, ametropia, aplasia de medula óssea, catarata, doença cerebrovascular, eosinofilia, gastroenterite, glaucoma, hemorragia intraocular, hipertensão ocular, insuficiência renal crônica, nefrite, nictalopia, paralisia, proteinúria, sangramento gastrointestinal, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência cardíaca, colestase, insuficiência hepática aguda, nefrite intersticial aguda, neuropatia óptica tóxica, anemia congenital, angina, angioedema, artrite, artropatia, bloqueio de ramo, colite, confusão, contração ventricular prematura, daltonismo, deficiência em glucose-6-fosfato desidrogenase, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, diplopia, dispneia, distonia, distúrbio da diferenciação sexual, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença da córnea, doença de Menière, doença genética, doença vulvar, eczema, endoftalmite, epistaxe, eritema nodoso, erro metabólico hereditário, esclerose múltipla, esofagite, hemianopsia, hemoglobinúria, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hemorragia retinal, hidrocefalia, hipermetropia, hiperpigmentação, hipertensão arterial, hipotensão postural, icterícia neonatal, infeção ocular, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência hepática, leucocitose, lipoma, lúpus eritematoso sistêmico, mielite transversa, miopia, mudez, neurite, oligospermia, osteoartrite, pé torto, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, polineuropatia, rinite, síncope, síndrome do anticorpo antifosfolipídeo, síndrome paraneoplásica, transtorno da comunicação, transtorno factício, transtorno neurótico, transtorno somatoforme, trombose, úlcera gástrica, úlcera péptica, vertigem e vulvite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Perda de campo central que não volta depois de instalada — daí o rastreamento anual por OCT em quem usa antimalárico há mais de cinco anos. Tamoxifeno e pentosano polissulfato dão quadros parecidos e menos lembrados.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Perda bilateral, indolor e progressiva da visão central, com discromatopsia vermelho-verde antes da acuidade cair. Etambutol e linezolida dependem de dose e tempo; suspender cedo é o que separa o reversível do definitivo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.