Que lesão de órgão naproxeno pode causar? pseudoporfiria, erupção fixa por droga, nefrite intersticial aguda, lesão hepática medicamentosa, urticária e angioedema, pneumonia eosinofílica, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, fotossensibilidade, infarto do miocárdio, trombocitopenia, úlcera péptica, sangramento gastrointestinal, nefropatia, úlcera gástrica, insuficiência renal, nefrite, úlcera duodenal, eosinofilia, gastrite, hipersensibilidade respiratória, síndrome hipereosinofílica, anemia, citopenia, acidente vascular cerebral, anafilaxia, asma, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, angioedema, melena, coagulopatia, hipersensibilidade de tipo III, obstrução intestinal, prurido, transtorno auditivo, asma por aspirina, infiltrado pulmonar com eosinofilia, neuropatia periférica, broncoespasmo, síndrome nefrótica, parkinsonismo, insuficiência hepática aguda, esteatose hepática, dRESS, colestase, insuficiência cardíaca, anemia hemolítica, convulsão, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, bloqueio atrioventricular, gastroenterite, vasculite, perturbação sensorial, doença cerebrovascular, hipertensão arterial, colite, complicações na gravidez, lesões orais, agranulocitose, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, doença genética, leucopenia, neutropenia, pancreatite, perturbação cognitiva, proteinúria, coronariopatias, diátese hemorrágica, glomerulonefrite, hematúria, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, líquen plano, miopatia, necrose das papilas renais, pneumonia, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, transtorno respiratório, úlcera, zumbido, pneumonite intersticial, hipertensão pulmonar, anomalias craniofaciais, bolha, cardiopatia congênita, colite ulcerosa, dispneia, doença autoimune, doença da córnea, doença inflamatória intestinal, duodenite, enterite, esofagite, exantema, fenda palatina, hipotensão arterial, meningite, meningite asséptica, neoplasia das vias respiratórias, perda auditiva sensorioneural, pneumonite de hipersensibilidade, rabdomiólise, surdez, trombose, tumor pulmonar, meta-hemoglobinemia, esofagite por comprimido, aborto espontâneo, acne, adenocarcinoma, alopécia, anemia ferropriva, angiodisplasia, arritmia cardíaca, arteriosclerose, ataxia, aterosclerose, bloqueio de ramo, carcinoma, coagulação intravascular disseminada, colangite, disfagia, disgeusia, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença da bexiga, doença da mama, doença da tireoide, doença das glândulas sebáceas, doença de lesão mínima, doença de refluxo gastroesofágico, encefalopatia hepática, eritema, eritema multiforme, estado asmático, estomatite, fasciite, fasciite necrosante, fenda labial, glomeruloesclerose segmentar e focal, granuloma, hipertensão pulmonar persistente do recém-nascido, hipoalbuminemia, hipoproteinemia, hipotiroidismo, íleo paralítico, infertilidade, infertilidade masculina, mialgia, necrose tubular aguda, nefropatia membranosa, neoplasia da bexiga, pancitopenia, parada cardíaca, peritonite, pielonefrite, proctite, pseudo-obstrução intestinal, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, sialadenite, síndrome de Reye, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, síndrome hepatorrenal, tosse, transtornos linfoproliferativos, trombofilia, tuberculose pulmonar, tumor renal e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Infiltrado que migra com eosinofilia no sangue — a apresentação clássica da reação a droga no pulmão. O hemograma é o exame que fecha o raciocínio, e sai barato antes de qualquer tomografia.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Dor retroesternal e odinofagia que começam de madrugada, depois de engolir o comprimido com pouca água e deitar. Doxiciclina, alendronato, cloreto de potássio e AINE fazem úlcera no ponto onde o comprimido parou.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.