Lesão renal aguda
BProvávelRenalPor necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
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Que lesão de órgão iodo-125 pode causar? lesão renal aguda, exantema medicamentoso, anafilaxia, neuropatia óptica, neurite óptica, doença da tireoide, hipertiroidismo, hipotiroidismo, nefropatia, bócio, tirotoxicose, insuficiência renal, doença autoimune, tiroidite, tiroidite autoimune, complicações na gravidez, mielopatia, tempestade tireoidiana, doença infecciosa do sistema nervoso, doença óssea, lesões orais, doença genética, mixedema, sialadenite, exoftalmia, hipotireoidismo congênito, nanismo, arritmia cardíaca, bócio endêmico, perturbação sensorial, retinopatia, urticária e angioedema, exantema, convulsão, dermatite herpetiforme, distúrbio da Pigmentação, doença dos brônquios, eritema, parotidite, edema pulmonar não cardiogênico, fotossensibilidade, acne, cegueira, doença das glândulas sebáceas, doença pulmonar obstrutiva, meningite, parada cardíaca, paralisia, transtorno respiratório, trauma facial, traumatismo craniano, fibrose pleural, lesão hepática medicamentosa, encefalopatia, arterite, asma, bolha, bronquite, coagulopatia, diabetes mellitus, diátese hemorrágica, doença da córnea, encefalopatia hipertensiva, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, infertilidade, insuficiência renal crônica, leucemia linfoide, nefrite, penfigoide bolhoso, pneumonia, poliarterite nodosa, surdez, transtorno auditivo, úlcera, vasculite, pneumonite intersticial, pneumonia eosinofílica, broncoespasmo, síndrome do desconforto respiratório agudo, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, pericardite, bradicardia, colestase, esteatose hepática, nefrite intersticial aguda, síndrome nefrótica, agranulocitose, trombocitopenia, neuropatia periférica, infiltrado pulmonar com eosinofilia, leucostase pulmonar, angioedema, apneia, artropatia, blefarite, bloqueio de ramo, carcinogênese, carcinoma, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, catarata, caxumba, choque cardiogênico, cistite, citopenia, coagulação intravascular disseminada, conjuntivite, daltonismo, diplopia, disfagia, disfunção cognitiva, displasia, doença da bexiga, doença de refluxo gastroesofágico, doença do pâncreas, doença periodontal, eczema, embolia, embolia pulmonar, encefalite, engasgo, eosinofilia, eritema multiforme, erosão dentária, esofagite, espasticidade, fibrilação auricular, foliculite, gastroenterite, gengivite, glaucoma, hemianopsia, hipersensibilidade de tipo III, hipertensão ocular, hipertonia, hipotensão arterial, infertilidade feminina, insuficiência hepática, irite, leucemia, leucopenia, linfoma, linfoma não Hodgkin, lúpus eritematoso sistêmico, mioclonia, miopatia, necrose tubular aguda, neoplasia das vias respiratórias, neoplasia dos brônquios, neutropenia, obstrução intestinal, oftalmoplegia, osteíte, osteopetrose, osteoporose, osteosclerose, paraplegia, parestesia, parto pré-termo, patologia uterina, perda de consciência, periodontite, peritonite, perturbação cognitiva, piodermite gangrenosa, pneumonia por aspiração, pneumonite de hipersensibilidade, proteinúria, reabsorção fetal, retinite, retinite pigmentosa, síncope, síncope vasovagal, síndrome de Cushing, síndrome hipereosinofílica, tamponamento cardíaco, taquicardia, transtornos linfoproliferativos, trombofilia, tumor ósseo, tumor pulmonar, uveíte e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Infiltrado que migra com eosinofilia no sangue — a apresentação clássica da reação a droga no pulmão. O hemograma é o exame que fecha o raciocínio, e sai barato antes de qualquer tomografia.
Hipoxemia com leucometria muito alta, em que o próprio leucócito entope o capilar. O fator de crescimento e o ATRA sobem a contagem e podem precipitar — e transfundir hemácia antes de baixar a leucometria piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.