Mostarda nitrogenada 2

Que lesão de órgão mostarda nitrogenada 2 pode causar? trauma facial, traumatismo craniano, doença da córnea, exantema medicamentoso, infertilidade, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, oligospermia, urticária e angioedema, bolha, citopenia, leucopenia, leucemia, tumor de pele, infertilidade masculina, leucemia mieloide, carcinoma, doença dos ovários, pneumonite intersticial, agranulocitose, trombocitopenia, leucemia mieloide aguda, fibrose pulmonar, eritema, anemia, carcinoma espinocelular, distúrbio da Pigmentação, doença óssea, linfoma, neutropenia, síndrome mielodisplásica, transtornos linfoproliferativos, condição pré-maligna, necrose avascular, neoplasia mieloproliferativa, perturbação sensorial, pneumonia, infarto do miocárdio, disfunção testicular, doença da bexiga, linfoma não Hodgkin, menopausa prematura, nefropatia, prurido, surdez, transtorno auditivo, lesão hepática medicamentosa, anemia aplástica, cistite hemorrágica, alopécia, aneurisma, aneurisma da aorta, aplasia de medula óssea, cistite, doença da mama, doença do baço, doença genética, eritema multiforme, flebite, hemangioma, mielopatia, pancitopenia, perturbação mental, trombofilia, trombose, úlcera, vasculite, derrame pleural, pneumocistose por imunossupressão, fibrose pleural, cardiomiopatia, pericardite, convulsão, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, adenocarcinoma, anafilaxia, arritmia cardíaca, carcinoma basocelular, carcinoma urotelial, cardiomegalia, cardiomiopatia dilatada, catarata, ceratoacantoma, cirrose hepática, cisto, cisto epidermoide, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, coma, complicações na gravidez, diátese hemorrágica, dispneia, dissecção da aorta, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença do mediastino, doença pulmonar obstrutiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença torácica, edema cerebral, embolia, embolia pulmonar, endoftalmite, enfisema pulmonar, espasmo, estomatite, fibrose pulmonar idiopática, ginecomastia, hematúria, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hidrocefalia, hipersensibilidade respiratória, hipertensão ocular, hipogonadismo, ictiose, infeção ocular, infertilidade feminina, leiomioma, lesões orais, leucemia mielomonocítica aguda, linfoma cutâneo de células T, melanoma, micose pulmonar, mielite transversa, mielofibrose idiopática, neoplasia da bexiga, neoplasia da mama, neoplasia das vias respiratórias, neuropatia óptica, nevo, papiloma, paralisia, paraplegia, parestesia, patologia uterina, perda de consciência, peritonite, piodermite, pneumonite de hipersensibilidade, queratose, retinopatia, ruptura da aorta, sangramento gastrointestinal, sarcoma, sarcoma de Kaposi, síndrome paraneoplásica, taquicardia, transtorno respiratório, tromboflebite, trombose venosa, tumor mediastinal, tumor neuroendócrino, tumor pulmonar, tumor renal, úlcera duodenal, úlcera gástrica, úlcera péptica e uveíte.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
16 de 21 artigos

Urticária e angioedema

BProvávelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
6 de 9 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
7 de 58 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
7 de 46 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
7 de 32 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
6 de 16 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Anemia aplástica

CPossívelHematológica

Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.

Literatura:
2 artigos

Cistite hemorrágica

CPossívelUrogenital

Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.

Literatura:
2 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Literatura:
1 artigos

Pneumocistose por imunossupressão

CPossívelRespiratória

A droga não causa o infiltrado, causa a brecha: corticoide prolongado, rituximabe, metotrexato. Importa porque tem profilaxia, e a decisão de profilaxar depende de saber qual esquema abre a porta.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pleural

CPossívelRespiratória

Espessamento que fica depois que o derrame sai, e restringe. Ergolínicos (bromocriptina, metisergida) e nitrofurantoína são os clássicos, e o dano é em boa parte irreversível — quem decide o desfecho é suspender cedo.

Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
1 artigos

Pericardite

CPossívelCardíaca

Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.