Torsades de pointes
AEstabelecidoCardíacaTaquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
- Relatos no FAERS:
- 269
- ROR:
- 10,7 (IC 95% 9,4–12)
- Literatura:
- 16 de 18 artigos
Que lesão de órgão fluconazol pode causar? torsades de pointes, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, taquicardia, taquicardia ventricular, insuficiência adrenal, rabdomiólise, alopécia, anomalias craniofaciais, exantema, fenda palatina, erupção fixa por droga, cistite hemorrágica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, agranulocitose, dRESS, colestase, insuficiência hepática aguda, lesão renal aguda, derrame pleural, convulsão, urticária e angioedema, bradicardia, fotossensibilidade, insuficiência cardíaca, cardiomiopatia, neuropatia periférica, citopenia, leucopenia, neutropenia, lesões orais, nefropatia, complicações na gravidez, miopatia, eritema, insuficiência renal, eritema multiforme, uveíte, aborto espontâneo, doença vulvar, estomatite, doença autoimune, eosinofilia, vaginite, síndrome serotoninérgica, confusão, delirium, doença genética, gastroenterite, insuficiência respiratória, perda de consciência, retinopatia, sangramento gastrointestinal, síndrome inflamatória de reconstituição imune, transtorno respiratório, traumatismo craniano, vulvite, anafilaxia, distúrbio da Pigmentação, doença óssea, flebite, glomerulonefrite, hepatomegalia, hipoparatireoidismo, insuficiência hepática, nefrite, nefropatia membranosa, neoplasia, síncope, trauma facial, vaginite por candidíase, vasculite, infarto do miocárdio, alopecia areata, angina, angioedema, artrite, artropatia, asma, ataxia, cardiomegalia, coagulopatia, coma, congestão nasal, degenerescência macular, disfagia, dissonia, doença cerebrovascular, doença cromossómica, doença da córnea, doença da mama, doença de Addison, doença dos brônquios, doença inflamatória intestinal, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, edema macular, encefalopatia hepática, epilepsia, epistaxe, esofagite, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, foliculite, ginecomastia, hematoma epidural, hemorragia intracraniana, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hiperostose, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, hipertensão intracraniana idiopática, hipoalbuminemia, hipoaldosteronismo, hipoproteinemia, histiocitose, infertilidade, linfo-histiocitose hemofagocítica, melena, meningite, mielopatia, miose, neuropatia óptica, obstrução das vias aéreas, onicocriptose, pancreatite, papiledema, parada cardíaca, parestesia, pênfigo, perda do embrião, perturbação sensorial, polineuropatia, prurido, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, síndrome coronária aguda, síndrome de Cushing, síndrome de DiGeorge, síndrome de Sweet, tetralogia de Fallot, traqueopatia, tremor, trombofilia, tromboflebite, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Hematúria com disúria e coágulos depois de ciclofosfamida ou ifosfamida: a acroleína agride o urotélio. Hidratação e mesna previnem, e no transplantado a mesma apresentação pode ser vírus BK.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.