Pancreatite
BProvávelDigestiva- Literatura:
- 136 de 171 artigos
Que lesão de órgão asparaginase pode causar? pancreatite, trombose, lesão hepática medicamentosa, coagulopatia, doença cerebrovascular, diabetes mellitus, citopenia, leucopenia, anafilaxia, agranulocitose, trombose venosa, hemorragia intracraniana, hemorragia intracerebral, necrose avascular, cetoacidose diabética, trombose venosa cerebral, convulsão, cisto, pseudocisto pancreático, diabetes mellitus tipo 1, flebite, insuficiência hepática, parotidite, perturbação cognitiva, sialadenite, encefalopatia, encefalopatia hipertensiva, tromboflebite, confusão, transtorno alimentar, leucemia linfoide, doença genética, neutropenia, doença óssea, trombofilia, lesões orais, diátese hemorrágica, leucemia, transtornos linfoproliferativos, trombocitopenia, nefropatia, anemia, exantema medicamentoso, deficiência de antitrombina III, doença autoimune, vasculite, neuropatia periférica, acidente vascular cerebral, isquémia cerebral, esteatose hepática, imunodeficiência, infarto cerebral, insuficiência hepática aguda, anemia hemolítica, edema cerebral, estomatite, hemofilia B, hipoproteinemia, linfocitopenia, paralisia, perda de consciência, uremia, insuficiência cardíaca, lesão renal aguda, urticária e angioedema, encefalopatia hiperamonêmica, alucinação, coagulação intravascular disseminada, coma diabético, doença da tireoide, embolia, embolia pulmonar, encefalite, encefalite viral, gastroenterite, hemiplegia, hemofilia C, hipertensão arterial, hipoalbuminemia, hipoparatireoidismo, insuficiência renal, linfoma, linfoma não Hodgkin, polineuropatia, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, infarto do miocárdio, colestase, anemia aplástica, dRESS, fotossensibilidade, trombocitopenia induzida por heparina, adenocarcinoma, alopécia, aplasia de medula óssea, apneia, arteriosclerose, artropatia, carcinoma, cegueira, colelitíase, coma, coma hiperosmolar hiperglicémico, complicações na gravidez, coronariopatias, demência, demência vascular, diabetes mellitus tipo 2, dificuldade de aprendizagem, dispneia, dispneia paroxística noturna, distonia, distúrbio da fala, distúrbio da Pigmentação, doença da laringe, doença da mama, doença dos brônquios, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença periodontal, embolia cerebral, encefalopatia de Wernicke, encefalopatia hepática, epilepsia, eritema, erro metabólico hereditário, gengivite, ginecomastia, hemianopsia, herpes, hipersensibilidade de tipo III, hipersensibilidade respiratória, hipertiroidismo, hipogonadismo, hipotensão arterial, hipotiroidismo, infertilidade, infertilidade masculina, leucemia mieloide, leucocitose, leucoencefalopatia multifocal progressiva, linfoma de células B, meningite, miopatia, pancitopenia, paniculite, paralisia de prega vocal, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, retinopatia, sangramento gastrointestinal, síndrome mielodisplásica, tetania, tosse, tremor, trombose coronariana, tumor de glândula salivar, tumor ósseo e vasoespasmo cerebral.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sonolência e confusão com amônia alta e função hepática normal — por isso a amônia não é pedida e o quadro passa por piora da epilepsia. Valproato é a causa clássica; também ocorre com quimioterapia e com o circuito da urease na infecção urinária.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.