Citopenia
BProvávelHematológica- Literatura:
- 83 de 174 artigos
Que lesão de órgão quinidina pode causar? citopenia, trombocitopenia, doença autoimune, perda de consciência, lúpus eritematoso sistêmico, síncope, lesão hepática medicamentosa, torsades de pointes, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, leucopenia, anemia, hipotensão arterial, agranulocitose, anemia hemolítica, hipersensibilidade de tipo III, líquen plano, vasculite, esofagite, gastroenterite, granuloma, anemia aplástica, aplasia de medula óssea, uveíte, arritmia cardíaca, taquicardia, coagulopatia, fibrilhação ventricular, taquicardia ventricular, púrpura, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, parada cardíaca, bloqueio de ramo, artropatia, diátese hemorrágica, fibrilação auricular, nefropatia, perturbação sensorial, transtornos linfoproliferativos, artrite, bradicardia, lesões orais, doença genética, colestase, convulsão, artrite reumatoide, distúrbio da Pigmentação, flutter atrial, transtorno auditivo, confusão, distúrbios do sistema vestibular, eosinofilia, hipotensão postural, lupus vulgaris, miopatia, pneumonia, púrpura de Henoch-Schönlein, vertigem, edema pulmonar não cardiogênico, lesão renal aguda, trombocitopenia induzida por heparina, delirium, disfagia, dissonia, eritrodermia, estenose do esófago, hipertensão arterial, insônia, insuficiência renal, insuficiência respiratória, leucocitose, nefrite, neutropenia, pancitopenia, perturbação cognitiva, psoríase, sangramento gastrointestinal, síndrome de Adams-Stokes, surdez, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, hipertensão pulmonar, cardiomiopatia, infarto do miocárdio, valvopatia, síndrome nefrótica, urticária e angioedema, valvulopatia por droga, pseudoporfiria, acne, alopécia, alucinação, ambliopia, anemia hemolítica autoimune, aneurisma, anorexia nervosa, asma, ataxia, atrofia óptica, cãibra, carcinogênese, colestase intra-hepática da gravidez, coma, complicações na gravidez, coronariopatias, displasia, dissecção da aorta, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença das glândulas sebáceas, doença do pé, doença dos brônquios, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, exantema, flebite, glomerulonefrite, hematúria, hemoptise, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hepatomegalia, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, linfadenopatia, miastenia grave, mielopatia, neoplasia mieloproliferativa, neuropatia óptica, oligúria, paralisia, polimialgia reumática, prurido, púrpura trombocitopênica idiopática, retinite pigmentosa, retinopatia, síndrome de Brugada, síndrome de Sjögren, síndrome do anticorpo antifosfolipídeo, síndrome paraneoplásica, taquicardia supraventricular, transtorno alimentar, tromboflebite, trombose, trombose venosa, úlcera gástrica, úlcera péptica e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Espessamento fibrótico das valvas, com regurgitação que progride em silêncio: agonista dopaminérgico ergolínico e anorexígeno agem no receptor 5-HT2B do mesmo jeito que a carcinoide. Sopro novo em quem usa cabergolina pede ecocardiograma, não seguimento.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.