Sarcoma
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Que lesão de órgão cloreto de vinila pode causar? sarcoma, lesão hepática medicamentosa, neoplasia das vias respiratórias, carcinoma, adenocarcinoma, tumor pulmonar, hepatocarcinoma, doença óssea, doença de Raynaud, trombose, esclerose sistêmica, osteólise, reabsorção óssea, tumor cerebral, cirrose hepática, esteatose hepática, complicações na gravidez, hemangioma, hemangioendotelioma kaposiforme, adenoma, condição pré-maligna, tumor de pele, leucemia, hipersensibilidade de tipo III, transtorno respiratório, fibrose pulmonar, doença da bexiga, hipertensão arterial, neoplasia da bexiga, hipertensão portal, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, aborto espontâneo, doença autoimune, linfoma, tumor ósseo, neuropatia periférica, síndrome do óleo tóxico, carcinogênese, diátese hemorrágica, doença do baço, doença pulmonar obstrutiva, melanoma, miopatia, nefropatia, neoplasia do nariz, tumor neuroendócrino, bronquite, coagulopatia, displasia, dissonia, doença do ouvido, doença dos brônquios, hepatite Viral, hepatomegalia, infertilidade, infertilidade masculina, insônia, insuficiência respiratória, leucemia linfoide, linfoma não Hodgkin, polineuropatia, hipertensão pulmonar, infarto do miocárdio, colestase, trombocitopenia, anemia hemolítica, exantema medicamentoso, anemia, anencefalia, artrite, artrite reumatoide, artropatia, câncer de adrenal, carcinoma de células pequenas, carcinoma espinocelular, citopenia, coagulação intravascular disseminada, coronariopatias, disfunção erétil, dispneia, doença da laringe, doença dos seios paranasais, doença genética, doenças hipertensivas da gravidez, esclerose múltipla, fibroma, gastrite, gastroenterite, glioma, hepatite B, leucocitose, linfocitose, linfoma de células B, mesotelioma, mieloma múltiplo, miosite, nefrite, nefroblastoma, neoplasia da laringe, neoplasia da próstata, neoplasia do seio maxilar, neoplasia dos seios paranasais, obstrução das vias aéreas, osteossarcoma, papiloma, parestesia, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, pneumonia, polimiosite, pré-eclampsia, púrpura, púrpura de Henoch-Schönlein, reabsorção fetal, sangramento gastrointestinal, sarcoma de Ewing, síndrome do desejo sexual hipoativo, trombofilia, tumor renal, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.