Pancreatite
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Que lesão de órgão angiotensina ii pode causar? pancreatite, hipertensão arterial, aneurisma, cardiomegalia, aneurisma da aorta, aneurisma de aorta abdominal, nefropatia, cardiomiopatia, arteriosclerose, aterosclerose, dissecção da aorta, insuficiência renal, arritmia cardíaca, hipertrofia ventricular esquerda, nefrite, proteinúria, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular, vasculite, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, hipertensão pulmonar, fibrilação auricular, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, aneurisma cerebral, aneurisma da aorta torácica, complicações na gravidez, diabetes mellitus, glomerulonefrite, hipotensão arterial, ruptura da aorta, lesão hepática medicamentosa, colite, doença dos brônquios, doença óssea, gastroenterite, glomeruloesclerose segmentar e focal, hiperalgesia, hipersensibilidade respiratória, perturbação sensorial, edema pulmonar não cardiogênico, miocardite, valvopatia, convulsão, acidente vascular cerebral, asma, cardiomiopatia dilatada, cardiomiopatia hipertrófica, cirrose hepática, crescimento intra uterino restrito, demência, disfunção cognitiva, doença autoimune, doença de Alzheimer, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, doenças hipertensivas da gravidez, edema cerebral, estenose aórtica, hipertensão renovascular, hipertrofia ventricular direita, infarto cerebral, isquémia cerebral, osteoporose, perturbação cognitiva, pneumonia, pré-eclampsia, taupatia, trombose, síndrome do desconforto respiratório agudo, torsades de pointes, bradicardia, nefrite intersticial aguda, neuropatia periférica, leucostase pulmonar, amnésia, artrite, artropatia, bloqueio de ramo, catarata, ciliopatia, cisto, cisto ovariano, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, derrame pericárdico, diabetes mellitus tipo 1, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, disfunção ventricular esquerda, doença da tireoide, doença desmielinizante, doença dos ovários, doença infecciosa do sistema nervoso, emergência hipertensiva, encefalite, hemorragia intracraniana, hemorragia subaracnóide, hidrocefalia, hiper-reatividade brônquica, hipertensão arterial essencial, hipertensão arterial pulmonar, hipertiroidismo, hipotiroidismo, insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, lesões orais, melanoma, menopausa prematura, necrose avascular, nevralgia, osteólise, poliúria, reabsorção óssea, retinite, retinopatia, ruptura miocárdica, síndrome do nó sinusal, síndrome do ovário policístico, taquicardia, taquicardia ventricular, transtorno respiratório, transtornos do humor, traumatismo craniano, trombofilia, trombose venosa, tumor neuroendócrino, úlcera gástrica, úlcera péptica, uremia e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Hipoxemia com leucometria muito alta, em que o próprio leucócito entope o capilar. O fator de crescimento e o ATRA sobem a contagem e podem precipitar — e transfundir hemácia antes de baixar a leucometria piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.