Gastroenterite
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Que lesão de órgão alendronato pode causar? gastroenterite, esofagite, úlcera péptica, fratura atípica de fêmur, úlcera gástrica, úlcera bucal, arritmia cardíaca, fibrilação auricular, osteonecrose dos maxilares por medicamento, estenose do esófago, uveíte, esofagite por comprimido, esclerite, sangramento gastrointestinal, sinovite, úlcera duodenal, doença óssea, necrose avascular, osteoporose, lesões orais, artropatia, nefropatia, reabsorção óssea, exantema medicamentoso, miopatia, lesão hepática medicamentosa, artralgia, artrite, insuficiência renal, osteomielite, doença dos brônquios, fratura craniana, fratura mandibular, trauma facial, traumatismo craniano, infarto do miocárdio, lesão renal aguda, urticária e angioedema, disfagia, doença da laringe, doença pulmonar obstrutiva, eritema, gastrite, miosite, nefrite, osteólise, osteosclerose, nefrite intersticial aguda, síndrome nefrótica, convulsão, anemia, asma, celulite, celulite orbitária, doença da mama, doença de refluxo gastroesofágico, doença periodontal, estomatite, flutter atrial, hipersensibilidade respiratória, neoplasia da mama, raquitismo, insuficiência cardíaca, anemia hemolítica, neuropatia periférica, acidente vascular cerebral, alucinação, anemia congenital, angioedema, anquilose, arteriosclerose, artropatia por deposição de cristais, aterosclerose, bolha, bronquiectasia, bronquite, coagulopatia, colite, complicações na gravidez, condrocalcinose, conjuntivite, deficiência de vitamina K, degenerescência macular, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, diverticulite, divertículo, divertículo de Zenker, doença autoimune, doença celíaca, doença cerebrovascular, doença do mediastino, doença genética, doença torácica, endoftalmite, enterite necrotizante, enterocolite, eritema multiforme, estenose espinhal, glomeruloesclerose segmentar e focal, glomerulonefrite, hemoglobinopatia, hemoptise, hipertensão arterial, infeção ocular, insuficiência renal crônica, laringite, líquen plano, má-absorção intestinal, mialgia, miastenia grave, mononeuropatia, neoplasia das vias respiratórias, osteíte, osteíte alveolar, osteoma, osteomalacia, osteopetrose, osteossarcoma, pancreatite, perda de consciência, peritonite, perturbação sensorial, perturbação visual, proteinúria, prurido, rabdomiólise, raquitismo hipofosfatémico, retinopatia, sarcoma, síncope, síndrome do túnel carpal, síndrome paraneoplásica, talassemia, tendinopatia, tosse, transtorno respiratório, traqueíte, traqueopatia, trombose, trombose venosa, tumor de pele e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Traço transverso na cortical lateral, sem trauma e com dor na coxa por semanas antes de quebrar. Risco raro e que cresce com o tempo de bisfosfonato — é o argumento da pausa terapêutica, e a dor prodrômica pede radiografia dos dois lados.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Dor retroesternal e odinofagia que começam de madrugada, depois de engolir o comprimido com pouca água e deitar. Doxiciclina, alendronato, cloreto de potássio e AINE fazem úlcera no ponto onde o comprimido parou.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.