Eosinofilia
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Que lesão de órgão triptofano pode causar? eosinofilia, miopatia, síndrome da eosinofilia-mialgia, fasciite, síndrome do óleo tóxico, miosite, hipertensão pulmonar, doença da bexiga, esclerose sistêmica, neoplasia da bexiga, neuropatia periférica, hipertensão arterial, vasculite, neurite, transtorno respiratório, pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, convulsão, exantema medicamentoso, doença genética, doença pulmonar obstrutiva, insuficiência respiratória, mioclonia, fibrose pulmonar, pneumonia eosinofílica, derrame pleural, vasculite pulmonar, síndrome serotoninérgica, síndrome neuroléptica maligna, alopécia, doença autoimune, doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema pulmonar, síndrome hipereosinofílica, transtorno bipolar, transtornos do humor, edema pulmonar não cardiogênico, arritmia cardíaca, carcinoma, carcinoma espinocelular, confusão, delirium, doença desmielinizante, encefalopatia hepática, erro metabólico hereditário, insuficiência hepática, papiloma, perturbação sensorial, prurido, cardiomiopatia, prolongamento do intervalo QT, miocardite, pericardite, valvopatia, trombocitopenia, anemia hemolítica, parkinsonismo, infiltrado pulmonar com eosinofilia, anemia, aneurisma, aneurisma da aorta, aneurisma da aorta torácica, anorexia nervosa, arterite, artrite, artrite reumatoide, artropatia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cãibra, cardiopatia congênita, citopenia, colecistite, colite, colite ulcerosa, complicações na gravidez, condição pré-maligna, diátese hemorrágica, displasia fibromuscular, dissonia, doença da mama, doença da tireoide, doença da vesícula biliar, doença dos brônquios, doença inflamatória intestinal, encefalomielite, eritema, espasmo, estado de mal epilético, fenilcetonúria, fibromialgia, fibrossarcoma, gastroenterite, hemoglobinúria, hipercinesia, hiperidrose, hipersensibilidade respiratória, hipertensão portal, hipertonia, hipotensão arterial, hipotiroidismo, insônia, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lúpus eritematoso sistêmico, mixedema, pancreatite, paranoia, parestesia, perturbação cognitiva, pleurisia, pneumonia, pneumonite de hipersensibilidade, polineuropatia, porfiria hepática, proteinúria, rigidez Muscular, sangramento gastrointestinal, sarcoma, síndrome da fadiga crônica, tosse, transtorno alimentar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno puerperal e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Capilarite com hemoptise e queda de hemoglobina, às vezes com ANCA positivo. Hidralazina, propiltiouracila e levamisol (adulterante da cocaína) são os nomes que se procura na anamnese.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Infiltrado que migra com eosinofilia no sangue — a apresentação clássica da reação a droga no pulmão. O hemograma é o exame que fecha o raciocínio, e sai barato antes de qualquer tomografia.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.