Traumatismo craniano
BProvávelNeurológica- Literatura:
- 56 de 78 artigos
Que lesão de órgão gás mostarda pode causar? traumatismo craniano, trauma facial, doença pulmonar obstrutiva, lesão pulmonar, doença da córnea, doença dos brônquios, bolha, bronquite, transtorno respiratório, bronquiolite, eritema, neoplasia das vias respiratórias, bronquiolite obliterante, doença pulmonar obstrutiva crônica, prurido, tumor pulmonar, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, lesão pulmonar aguda, insuficiência respiratória, tumor de pele, obstrução das vias aéreas, citopenia, doença congênita, distúrbio da Pigmentação, pneumonia, bronquiectasia, tosse, bronquiolite constritiva, doença da laringe, infertilidade masculina, leucopenia, convulsão, nefropatia, traqueopatia, ceratite, carcinoma, hipersensibilidade respiratória, asma, infertilidade, carcinoma espinocelular, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, leucemia, trombocitopenia, apneia, arteriosclerose, coronariopatias, dispneia, doença óssea, neoplasia da laringe, tumor ósseo, úlcera, apneia de sono, bronquite crônica, carcinoma de células escamosas da pele, conjuntivite, disfonia, dissonia, distúrbio da voz, doença arterial coronária, doença da bexiga, doença de Bowen, doença genética, eczema, enfisema pulmonar, eosinofilia, hemangioma, hiper-reatividade brônquica, hiperpigmentação, ictiose, insuficiência renal, neoplasia da bexiga, neoplasia da traqueia, neoplasia do nariz, neoplasia dos brônquios, queratose, pneumonia eosinofílica, hipertensão pulmonar, síndrome do desconforto respiratório agudo, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, valvopatia, agranulocitose, neuropatia periférica, urticária e angioedema, ceratopatia vorticilada, pneumonite química, acne, adenocarcinoma, alopécia, anemia, aneurisma, apneia central do sono, apneia obstrutiva do sono, arritmia cardíaca, aterosclerose, azoospermia, blefarite, bloqueio de ramo, carcinogênese, cegueira, condropatia, dermatite atópica, disfunção ventricular esquerda, displasia, doença autoimune, doença da tireoide, doença das glândulas sebáceas, doença desmielinizante, doença do baço, doença do sistema nervoso central, epidermólise bolhosa, estenose de traqueia, estenose uretral, fotofobia, hematúria, hemoptise, hiperplasia prostática benigna, hipertensão arterial, hipopigmentação, imunodeficiência, infeção do trato urinário, infeção ocular, infertilidade feminina, insuficiência renal crônica, insuficiência Tricúspide, laringite, lesões orais, leucemia mieloide, leucemia mieloide crônica, leucocitose, linfocitopenia, linfoma, linfoma cutâneo de células T, linfoma não Hodgkin, micose fungoide, neoplasia mieloproliferativa, neutropenia, nevo, oligospermia, pancitopenia, penfigoide bolhoso, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, retinopatia, rouquidão, sarcoma, síndrome hipereosinofílica, transtorno somatoforme, transtornos linfoproliferativos, tremor e trombose.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Obstrução fixa que não responde a broncodilatador, com aprisionamento aéreo na expiração e tomografia quase normal na inspiração. É fibrose da via aérea pequena: o que se perde não volta, e o alvo é parar a exposição.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Depósito em espiral no epitélio da córnea, visível na lâmpada de fenda e quase sempre sem sintoma. Amiodarona e cloroquina são as causas de rotina — o achado por si não obriga a suspender, mas obriga a olhar a retina.
Lesão direta do epitélio por substância aspirada ou inalada, sem infecção no começo. Antibiótico de entrada não muda nada e atrapalha depois, quando a infecção secundária aparece de verdade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.