Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 31 artigos
Que lesão de órgão clorpirifós pode causar? lesão hepática medicamentosa, perturbação do neurodesenvolvimento, neuropatia periférica, nefropatia, espectro autista, perturbação cognitiva, transtorno global do desenvolvimento, doença musculoesquelética, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, lesão renal aguda, convulsão, insuficiência renal, malformações cefálicas congênitas, paralisia, complicações na gravidez, doença da mama, neoplasia da mama, transtorno respiratório, autismo, dificuldade de aprendizagem, disfunção cognitiva, fraqueza muscular, lesões orais, miopatia, neoplasia das vias respiratórias, polineuropatia, transtorno da comunicação, tumor pulmonar, parkinsonismo, anomalias craniofaciais, apneia, demência, doença autoimune, doença de Alzheimer, leucemia linfoide, mielopatia, perturbação de ansiedade, taupatia, esteatose hepática, anemia aplástica, ametropia, anemia, aplasia de medula óssea, apneia de sono, artrite, artropatia, ataxia, carcinogênese, cardiomegalia, colite, coma, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, disfunção erétil, disfunção testicular, displasia, dispraxia, dissonia, doença da laringe, doença da tireoide, doença do neurônio motor, doença do ouvido, doença dos brônquios, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença óssea, doenças hipertensivas da gravidez, eczema, encefalite, esclerose lateral amiotrófica, fenda palatina, gastroenterite, hiper-reatividade brônquica, hipercinesia, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, hipotiroidismo, hipotonia, infertilidade, infertilidade masculina, insuficiência respiratória, leucemia, leucemia aguda bifenotípica, mioclonia, miopia, neoplasia da próstata, oligospermia, osteoartrite, osteoporose, paralisia de prega vocal, paresia, parto pré-termo, perda de consciência, perdigoto, pneumonia, pneumonia por aspiração, polidactilia, pré-eclampsia, prurido, reabsorção fetal, retardo mental, retinopatia, síndrome coronária aguda, síndrome de Guillain-Barré, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtornos do humor, transtornos linfoproliferativos, tremor e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.