Doença da mama
BProvávelCutânea- Literatura:
- 27 de 65 artigos
Que lesão de órgão parabenos pode causar? doença da mama, neoplasia da mama, exantema medicamentoso, anafilaxia, urticária e angioedema, puberdade precoce, complicações na gravidez, doença dos brônquios, eczema, hipersensibilidade respiratória, asma, doença pulmonar obstrutiva, infertilidade, lesão hepática medicamentosa, dermatite atópica, diabetes mellitus, doença genética, diabetes mellitus tipo 2, doença óssea, endometriose, perturbação do neurodesenvolvimento, tumor de pele, broncoespasmo, asma por aspirina, anomalias craniofaciais, doença da bexiga, infertilidade masculina, neoplasia da bexiga, osteoporose, patologia uterina, rosácea, valvopatia, asma quase fatal, alterações fibrocísticas da mama, artrite, artropatia, astrocitoma, autismo, cálculo biliar, carcinogênese, carcinoma, carcinoma espinocelular, cardiopatia congênita, colelitíase, comunicação interventricular, conjuntivite, conjuntivite alérgica, crescimento intra uterino restrito, criptorquia, demência, depressão nervosa, diabetes gestacional, dificuldade de aprendizagem, disfunção cognitiva, disfunção testicular, disgenesia gonadal, distúrbio da diferenciação sexual, distúrbio da Pigmentação, doença da córnea, doença da tireoide, doença da vesícula biliar, doença de Alzheimer, doenças hipertensivas da gravidez, eritema, espectro autista, estenose da válvula pulmonar, febre dos fenos, glioblastoma, glioma, hiperpigmentação, hipertensão arterial, hipospádia, hipotiroidismo, incontinência urinária, leucemia, miopatia, nefropatia, osteoartrite, paralisia, paraplegia, parto pré-termo, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, pré-eclampsia, prurido, retinopatia, rinite, taupatia, transtorno da comunicação, transtorno global do desenvolvimento, transtornos do humor, tumor cerebral e úlcera.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.