Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
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Que lesão de órgão acrilamida pode causar? lesão hepática medicamentosa, nefropatia, doença dos ovários, tumor do ovário, patologia uterina, perturbação cognitiva, disfunção cognitiva, neoplasia da próstata, doença da tireoide, infertilidade masculina, tumor do pâncreas, disfunção testicular, perturbações da marcha, neuropatia periférica, complicações na gravidez, adenocarcinoma, carcinoma, doença da mama, neoplasia da mama, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, adenoma, infertilidade, tumor renal, carcinoma de células renais, diabetes mellitus, insuficiência renal, lesão renal aguda, ataxia, condição pré-maligna, gastroenterite, lesão pulmonar, mesotelioma, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, tumor de pele, carcinogênese, colite, diabetes mellitus tipo 2, doença da bexiga, doença inflamatória intestinal, mononeuropatia, neoplasia da bexiga, nevralgia, perturbação visual, traumatismo craniano, tumor cerebral, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, esteatose hepática, aborto espontâneo, adenoma hepático, arteriosclerose, artrite, artrite reumatoide, artropatia, asma, astrocitoma, aterosclerose, autismo, citopenia, colite ulcerosa, crescimento intra uterino restrito, demência, dificuldade de aprendizagem, displasia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença de Alzheimer, doença do neurônio motor, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, encefalite, espectro autista, glioma, hemorragia intracraniana, hipersensibilidade respiratória, infeção respiratória, insuficiência renal crônica, lesão da medula espinhal, leucopenia, melanoma, mielopatia, parestesia, polineuropatia, psoríase, taupatia, transtorno da comunicação, transtorno global do desenvolvimento, tumor neuroendócrino, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide e tumos cordao sexual.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.