Triclosana

Que lesão de órgão triclosana pode causar? lesão hepática medicamentosa, perturbação do neurodesenvolvimento, colite, complicações na gravidez, gastroenterite, lesões orais, exantema medicamentoso, asma, cirrose hepática, doença dos brônquios, hipersensibilidade respiratória, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, aborto espontâneo, carcinogênese, carcinoma, cardiopatia congênita, dermatite atópica, diabetes gestacional, diabetes mellitus, doença da mama, doença da tireoide, doença dos ovários, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença pulmonar obstrutiva, espectro autista, estomatite, neoplasia da mama, transtorno global do desenvolvimento, xerostomia, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, colestase, esteatose hepática, urticária e angioedema, acidente vascular cerebral, adenocarcinoma, afta, alterações fibrocísticas da mama, angioedema, asma ocupacional, carcinoma espinocelular, cisto, cisto ovariano, colite ulcerosa, condição pré-maligna, demência, dificuldade de aprendizagem, doença cerebrovascular, doença de Alzheimer, doença óssea, doenças hipertensivas da gravidez, eczema, endometriose, eritema, hepatocarcinoma, hipertensão arterial, hipotiroidismo, infertilidade, infertilidade feminina, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, língua negra pilosa, menopausa prematura, menorragia, nefropatia, osteoporose, patologia uterina, perturbação cognitiva, pré-eclampsia, prurido, puberdade precoce, sangramento uterino anormal, síndrome do ovário policístico, taupatia, transtorno da comunicação e úlcera bucal.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
14 de 14 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.