Ftalato de dibutila

Que lesão de órgão ftalato de dibutila pode causar? hipospádia, disfunção testicular, criptorquia, infertilidade masculina, distúrbio da diferenciação sexual, nefropatia, carcinoma, doença musculoesquelética, complicações na gravidez, infertilidade, lesão hepática medicamentosa, disgenesia gonadal, aborto espontâneo, anomalias craniofaciais, asma, cirrose hepática, diabetes mellitus, doença autoimune, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença dos ovários, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, perda do embrião, esteatose hepática, adenocarcinoma, carcinoma espinocelular, cisto, cisto ovariano, disfunção erétil, fenda palatina, lesões orais, neoplasia da próstata, perturbação do neurodesenvolvimento, reabsorção fetal, síndrome do desejo sexual hipoativo, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, anafilaxia, carcinogênese, carcinoma in situ, crescimento intra uterino restrito, dermatite atópica, diabetes gestacional, diabetes mellitus tipo 2, displasia, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença da laringe, doença do baço, doença genética, doença hepática gordurosa não alcoólica, fibrose pulmonar idiopática, gastrosquise, hepatocarcinoma, hepatomegalia, hernia umbilical, hiperplasia prostática benigna, hipertensão arterial, hipertensão portal, hipertiroidismo, hipopigmentação, infertilidade feminina, malformações cefálicas congênitas, megacólon, menopausa prematura, nefropatia diabética, neoplasia da bexiga, neoplasia da laringe, neoplasia das vias respiratórias, paralisia, patologia uterina, pneumonia, polineuropatia, puberdade precoce, sarcopenia, síndrome do ovário policístico, tiroidite, tiroidite autoimune, tiroidite de hashimoto, transtorno da comunicação, transtorno de desenvolvimento de linguagem e tumor de pele.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
9 de 10 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.