Nefropatia
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Que lesão de órgão vitamina d pode causar? nefropatia, insuficiência renal, doença óssea, lesão renal aguda, cálculo renal, arteriosclerose, artropatia, doença genética, hipertensão arterial, valvopatia, infarto do miocárdio, coronariopatias, estenose aórtica, aterosclerose, hiperparatiroidismo, insuficiência renal crônica, miopatia, osteoporose, anemia, complicações na gravidez, raquitismo, transtornos linfoproliferativos, cardiomiopatia, dermatite atópica, doença cerebrovascular, fraqueza muscular, gastroenterite, granuloma, osteomalacia, osteosclerose, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, convulsão, acidente vascular cerebral, acidose tubular renal, anomalias craniofaciais, anquilose, artrite, artropatia por deposição de cristais, cardiopatia congênita, doença arterial coronária, doença da tireoide, erro metabólico hereditário, hipertensão intracraniana idiopática, lesões orais, nefrite, neuropatia óptica, papiledema, reabsorção óssea, retardo mental, sangramento gastrointestinal, síndrome de Crouzon, tumor do pâncreas, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, edema pulmonar não cardiogênico, insuficiência cardíaca, esteatose hepática, meta-hemoglobinemia, encefalopatia, exantema medicamentoso, fratura atípica de fêmur, adenoma, alopécia, angina, arritmia cardíaca, asma, catarata, cisto, colite, colite ulcerosa, condição pré-maligna, condrocalcinose, condropatia, confusão, delirium, diabetes mellitus, distúrbios do sistema vestibular, doença cromossómica, doença da bexiga, doença da córnea, doença dos brônquios, doença inflamatória intestinal, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, doenças hipertensivas da gravidez, embolia, embolia pulmonar, encefalomielite, encefalopatia hipertensiva, eritema, escoliose, esofagite, estenose da válvula pulmonar, estenose mitral, exoftalmia, fenilcetonúria, gota, hipersensibilidade respiratória, hipertiroidismo, hipoparatireoidismo, hipotensão arterial, hipotensão postural, hipotiroidismo, isquémia cerebral, letargia, linfoma, mialgia, nefropatia hipertensiva, neoplasia da próstata, nódulo pulpar, osteocondrite, osteólise, pancreatite, pancreatite crônica, parada cardíaca, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, perturbação visual, pielonefrite, poliúria, pré-eclampsia, prurido, psoríase, regurgitação mitral, sarcoidose, síndrome da fadiga crônica, síndrome de Williams, taquicardia, transtorno alimentar, transtornos do humor, tumor ósseo, úlcera péptica, uremia, vertigem e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Fibrose valvar por agonismo serotoninérgico. Instala-se devagar, não regride, e é a razão de alguns agonistas dopaminérgicos terem saído do mercado.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Traço transverso na cortical lateral, sem trauma e com dor na coxa por semanas antes de quebrar. Risco raro e que cresce com o tempo de bisfosfonato — é o argumento da pausa terapêutica, e a dor prodrômica pede radiografia dos dois lados.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.