Neuropatia periférica
BProvávelNeurológicaSensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
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Que lesão de órgão cresóis pode causar? neuropatia periférica, paralisia, polineuropatia, lesão hepática medicamentosa, ataxia, xerostomia, exantema medicamentoso, anemia hemolítica, alucinação, anemia, nefropatia, lesões orais, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, lesão renal aguda, mielopatia, distúrbio da Pigmentação, perturbação cognitiva, meta-hemoglobinemia, urticária e angioedema, anafilaxia, arritmia cardíaca, complicações na gravidez, doença autoimune, miopatia, perda de consciência, perturbação de ansiedade, síndrome do desconforto respiratório agudo, convulsão, adenoma, arteriosclerose, aterosclerose, coma, diabetes mellitus, doença desmielinizante, doença genética, espasticidade, gastroenterite, hiperpigmentação, hipersensibilidade respiratória, hipertonia, insuficiência hepática, melanose, nefrite, neoplasia das vias respiratórias, pneumonia, transtorno alimentar, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, tumor pulmonar, uremia, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, prolongamento do intervalo QT, insuficiência hepática aguda, síndrome nefrótica, anemia hemolítica autoimune, asma, blefarite, carcinoma, carcinoma urotelial, cardiopatia congênita, catarata, colangite, cólica, colite, confusão, coronariopatias, delirium, dermatite atópica, diátese hemorrágica, doença da bexiga, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença infecciosa do sistema nervoso, doença inflamatória pélvica, doença periodontal, doença pulmonar obstrutiva, encefalopatia hepática, endometrite, febre dos fenos, glioma, glomerulonefrite, hepatomegalia, hipertensão arterial, hipertensão portal, hipertiroidismo, hipotonia, infeção do trato urinário, infertilidade, infertilidade feminina, infertilidade masculina, leucemia, linfoma, mieloma múltiplo, miose, necrose tubular aguda, neoplasia da bexiga, neurite, neurite óptica, neurodegeneração, neuropatia óptica, oligúria, pancreatite, papiloma, parada cardíaca, paralisia facial, patologia uterina, perturbação sensorial, pneumonia por aspiração, proctite, prurido, rinite, sangramento gastrointestinal, sarcoma, síndrome coronária aguda, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, taquicardia, tetraplegia, transtorno neurótico, transtornos do humor, traqueíte, traqueopatia, trauma facial, traumatismo craniano, trombose, trombose coronariana, tumor cerebral e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.