Que lesão de órgão atenolol pode causar? exantema medicamentoso, crescimento intra uterino restrito, lesões orais, psoríase, choque cardiogênico, bradicardia, infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, edema pulmonar não cardiogênico, lesão renal aguda, cardiomiopatia, colestase, convulsão, prolongamento do intervalo QT, fotossensibilidade, síndrome do desconforto respiratório agudo, broncoespasmo, pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, arritmia cardíaca, hipotensão arterial, complicações na gravidez, nefropatia, parada cardíaca, trombose, coronariopatias, diabetes mellitus, doença da mama, doença de Raynaud, doença dos brônquios, insuficiência renal, perturbação sensorial, transtorno respiratório, transtornos do humor, alucinação, anafilaxia, bloqueio de ramo, hipertensão arterial, perda de consciência, peritonite, síncope, erupção fixa por droga, angina, cardiopatia congênita, ceratite, citopenia, diabetes mellitus tipo 2, disfunção erétil, dissonia, doença autoimune, doença cerebrovascular, doença da córnea, doença do pé, doença periodontal, fibrilação auricular, fibrilhação ventricular, hipotensão postural, infeção respiratória, isquémia cerebral, neoplasia da mama, perturbação cognitiva, síndrome do desejo sexual hipoativo, taquicardia, tosse, tremor, tumor renal, vasoespasmo coronariano, miocardite, acidente vascular cerebral, adenocarcinoma, amnésia, angina de Prinzmetal, artrite, artropatia, artropatia por deposição de cristais, asma, cãibra, carcinoma, carcinoma de células renais, cardiomegalia, condição pré-maligna, confusão, delirium, disfunção ventricular esquerda, dispneia, doença genética, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, epilepsia, eritema, estado asmático, estenose da artéria renal, estenose espinhal, fibroma, galactorreia, gota, granuloma, hemangioma, hemangioma infantil, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, hipersensibilidade de tipo III, hipersensibilidade respiratória, hipersonia, hipertrofia ventricular esquerda, hipoaldosteronismo, hipotonia, infarto cerebral, insônia, insuficiência adrenal, insuficiência renal crônica, linfoma, líquen plano, lúpus eritematoso discóide, lúpus eritematoso sistêmico, lupus vulgaris, miopatia, paniculite, pênfigo, perturbação de ansiedade, perturbação visual, pitiríase, pitiríase rósea, proteinúria, transtorno bipolar, transtorno puerperal, transtornos linfoproliferativos, vasculite e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.