Doença da bexiga
BProvávelRenal- Literatura:
- 31 de 53 artigos
Que lesão de órgão tinturas de cabelo pode causar? doença da bexiga, neoplasia da bexiga, transtornos linfoproliferativos, nefropatia, insuficiência renal, linfoma, urticária e angioedema, doença da mama, neoplasia da mama, lesão renal aguda, distúrbio da Pigmentação, doença dos brônquios, linfoma não Hodgkin, doença ocular, hipersensibilidade respiratória, asma, doença pulmonar obstrutiva, miopatia, anafilaxia, diátese hemorrágica, leucemia, mieloma múltiplo, rabdomiólise, angioedema, hipopigmentação, eczema, hiperpigmentação, patologia uterina, cardiomiopatia, leucemia linfoide crônica, leucemias de células B, leucemia linfoide, lesão hepática medicamentosa, alopécia, complicações na gravidez, anemia, carcinoma, doença autoimune, doença da tireoide, linfoma de Hodgkin, neoplasia das vias respiratórias, rinite, tumor pulmonar, vitiligo, miocardite, asma ocupacional, blefarite, condição pré-maligna, conjuntivite, conjuntivite alérgica, doença dos ovários, linfoma folicular, lúpus eritematoso sistêmico, necrose tubular aguda, prurido, transtorno respiratório, tumor de pele, tumor do ovário, síndrome do desconforto respiratório agudo, anemia aplástica, exantema medicamentoso, fotossensibilidade, adenoma, aplasia de medula óssea, catarata, dermatite perioral, doença da córnea, doença da laringe, febre dos fenos, hiper-reatividade brônquica, insuficiência renal crônica, leiomioma, melanoma, melanose, nefrite, rinite alérgica perene, síndrome mielodisplásica, tumor cerebral, tumor neuroendócrino, tumores dos tecidos hematopoético e linfoide, úlcera, edema pulmonar não cardiogênico, esteatose hepática, nefrite intersticial aguda, anemia hemolítica, meta-hemoglobinemia, neuropatia periférica, acne, adenocarcinoma, arritmia cardíaca, artrite, artrite reumatoide, artropatia, atrofia óptica, carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, carcinoma urotelial, ceratite, doença das glândulas sebáceas, doença do baço, doença vulvar, eosinofilia, eritema, eritema multiforme, espasmo, foliculite, glomerulonefrite, infeção ocular, insuficiência respiratória, lesões orais, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucemia mieloide crônica, leucocitose, linfocitose, linfoma de células B, neoplasia da próstata, neoplasia mieloproliferativa, neuroblastoma, neuropatia óptica, nevo, parada cardíaca, paralisia, parestesia, perturbação sensorial, piodermite gangrenosa, reabsorção fetal, retinopatia, taquicardia, trauma facial, traumatismo craniano, trismo, tumor neuroectodérmico primitivo e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.