Levonorgestrel

Que lesão de órgão levonorgestrel pode causar? trombose venosa, infarto do miocárdio, alopécia, hipertensão intracraniana idiopática, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, neuropatia periférica, patologia uterina, sangramento uterino anormal, trombose, metrorragia, doença da mama, complicações na gravidez, neoplasia da mama, gravidez ectópica, acne, doença das glândulas sebáceas, trombofilia, menorragia, doença cerebrovascular, doença dos ovários, adenocarcinoma, carcinoma, transtornos do humor, coagulopatia, hipertensão arterial, lesão hepática medicamentosa, cisto, cisto ovariano, doença genética, embolia, flebite, tromboflebite, vasculite, trombocitopenia, arteriosclerose, aterosclerose, citopenia, embolia pulmonar, eritema, hiperplasia do endométrio, meningioma, prurido, tumor do ovário, acidente vascular cerebral, adenomiose, condição pré-maligna, coriocarcinoma, diabetes mellitus, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença do baço, doença inflamatória pélvica, doença óssea, doença periodontal, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hiperpigmentação, leiomioma, lesões orais, melanose, neoplasia trofoblástica, periodontite, perturbação de ansiedade, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, prolongamento do intervalo QT, aborto espontâneo, adenoma, agorafobia, anovulação, arritmia cardíaca, artropatia, bolha, cardiopatia congênita, ciclotimia, coronariopatias, depressão pós-parto, disfunção temporomandibular, doença arterial periférica, doença da vesícula biliar, doença de Crohn, doença inflamatória intestinal, embolia gordurosa, emergência hipertensiva, endometrite, eritema nodoso, esclerose múltipla, fobia, gastroenterite, gengivite, ginecomastia, granuloma, hirsutismo, infeção respiratória, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, mialgia, miastenia grave, miopatia, nefropatia, osteopenia, osteoporose, perda do embrião, queloide, retinopatia, síndrome do cólon irritável, síndrome do desejo sexual hipoativo, síndrome do ovário policístico, síndrome paraneoplásica, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno puerperal, transtornos linfoproliferativos, trombose venosa cerebral, vaginite e vaginose bacteriana.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Infarto do miocárdio

BProvávelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
80
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
8 de 11 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Relatos no FAERS:
719
ROR:
0,3 (IC 95% 0,30,3)
Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
1.217
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,2)
Literatura:
7 de 8 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Relatos no FAERS:
633
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,3)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 6 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
3 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.