Insuficiência adrenal
BProvávelEndócrina- Literatura:
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Que lesão de órgão megestrol pode causar? insuficiência adrenal, diabetes mellitus, trombose, trombose venosa, doença cerebrovascular, doença inflamatória pélvica, endometrite, miopatia, síndrome de Cushing, cãibra, meningioma, patologia uterina, sangramento uterino anormal, doença da mama, adenocarcinoma, carcinoma, metrorragia, neoplasia da mama, acne, doença das glândulas sebáceas, flebite, tromboflebite, vasculite, exantema medicamentoso, corrimento vaginal, doença autoimune, doença dos ovários, embolia, embolia pulmonar, enxaqueca, eritema, hepatocarcinoma, hiperplasia do endométrio, hipertensão arterial, lesões orais, leucorreia, menorragia, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, colestase, convulsão, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, acidente isquémico transitório, adenoma, alopécia, alterações fibrocísticas da mama, arritmia cardíaca, arteriosclerose, artrite, artrite reumatoide, artropatia, ataxia, cardiopatia congênita, catarata, choreia, cisto, cisto ovariano, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, coronariopatias, diabetes mellitus tipo 2, disfunção erétil, disfunção testicular, dispneia, doença de Addison, doença óssea, doença periodontal, endometriose, eritema multiforme, estenose da artéria renal, estomatite, fibroadenoma, fraqueza muscular, galactorreia, gengivite, ginecomastia, glicosúria, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hipoaldosteronismo, hipogonadismo, hipopituitarismo, hipospádia, hipotensão arterial, hipotensão postural, isquémia cerebral, lipodistrofia, necrose avascular, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, pancreatite, perturbação de ansiedade, pneumotórax, prurido, puberdade atrasada, sangramento gastrointestinal, síndrome da veia cava superior, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtorno alimentar, transtorno puerperal, transtorno respiratório, tremor, tumor cerebral, tumor pulmonar e variz.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.