Miopatia
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Que lesão de órgão lovastatina pode causar? miopatia, rabdomiólise, catarata, lesão hepática medicamentosa, miosite, lesão renal aguda, pancreatite, colestase, polimiosite, nefropatia, insuficiência renal, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, doença autoimune, doença da tireoide, dermatomiosite, disfunção erétil, doença genética, fraqueza muscular, lúpus eritematoso sistêmico, síndrome do desejo sexual hipoativo, transtornos do humor, pneumonite intersticial, insuficiência cardíaca, anemia hemolítica, anemia, cardiopatia congênita, coronariopatias, hipotensão arterial, infertilidade, miopatia mitocondrial, perturbação sensorial, proteinúria, derrame pleural, prolongamento do intervalo QT, infarto do miocárdio, trombocitopenia, aborto espontâneo, adenoma, agenesia de corpo caloso, ageusia, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, cãibra, cálculo biliar, carcinoma, carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular, cardiomegalia, cisto, citopenia, coagulopatia, colelitíase, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, disartria, disfunção ventricular esquerda, dissonia, distúrbio da fala, doença cerebrovascular, doença cromossómica, doença da córnea, doença da mama, doença da vesícula biliar, doença dos seios paranasais, erro metabólico hereditário, hemorragia intracraniana, hipersensibilidade respiratória, hipertiroidismo, hipolipoproteinemia, hipotensão postural, hipotiroidismo, holoprosencefalia, infertilidade masculina, insônia, insuficiência renal crônica, leucopenia, líquen plano, mialgia, miastenia grave, neoplasia da mama, obstrução intestinal, oligospermia, perturbação cognitiva, perturbação de ansiedade, perturbação visual, pneumonite de hipersensibilidade, polimialgia reumática, polineuropatia, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, pseudocisto pancreático, púrpura, síndrome paraneoplásica, sinusite, tirotoxicose, transtorno alimentar, transtorno da comunicação, trombose, trombose venosa e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.