Fenofibrato

Que lesão de órgão fenofibrato pode causar? lesão hepática medicamentosa, miopatia, rabdomiólise, colelitíase, citopenia, colestase, fotossensibilidade, dRESS, esteatose hepática, lesão renal aguda, nefropatia, insuficiência renal, exantema medicamentoso, doença genética, erro metabólico hereditário, colestase intra-hepática da gravidez, hiperhomocisteinemia, má-absorção intestinal, hepatomegalia, miosite, trombocitopenia, cálculo biliar, cirrose hepática, coagulopatia, diabetes mellitus, doença autoimune, doença da mama, doença da vesícula biliar, ginecomastia, hipolipoproteinemia, polimiosite, púrpura, agranulocitose, adenocarcinoma, arritmia cardíaca, arteriosclerose, carcinoma, condição pré-maligna, diabetes mellitus tipo 2, diátese hemorrágica, doença cerebrovascular, eczema, eosinofilia, eritema, hemorragia intracraniana, hepatocarcinoma, hiperplasia prostática benigna, ictiose, insuficiência renal crônica, leucopenia, neutropenia, pancitopenia, pancreatite, púrpura trombocitopênica idiopática, queratose, rabdomiossarcoma, sangramento gastrointestinal, sarcoma, taquicardia, trombose e trombose venosa.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão hepática medicamentosa

AEstabelecidoHepática

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
339
ROR:
2,3 (IC 95% 22,5)
Literatura:
32 de 43 artigos

Colestase

CPossívelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Relatos no FAERS:
48
ROR:
1,2 (IC 95% 0,91,6)
Literatura:
5 de 57 artigos

Fotossensibilidade

CPossívelCutânea

Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).

Relatos no FAERS:
39
ROR:
1 (IC 95% 0,71,3)
Literatura:
7 de 16 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Relatos no FAERS:
30
ROR:
0,7 (IC 95% 0,51)
Literatura:
1 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Relatos no FAERS:
12
ROR:
0,4 (IC 95% 0,20,7)
Literatura:
3 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
125
ROR:
0,2 (IC 95% 0,10,2)
Literatura:
6 de 25 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
18
ROR:
0 (IC 95% 00)
Literatura:
6 de 7 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.