Síndrome do desejo sexual hipoativo
BProvávelPsiquiátrica- Literatura:
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Que lesão de órgão finasterida pode causar? síndrome do desejo sexual hipoativo, disfunção erétil, doença da mama, infertilidade, ginecomastia, infertilidade masculina, doença ocular, transtornos do humor, síndrome da íris flácida intraoperatória, miopatia, erupção fixa por droga, neuropatia periférica, lesão hepática medicamentosa, convulsão, infarto do miocárdio, alopécia, neoplasia da próstata, neoplasia da mama, diabetes mellitus, hiperplasia prostática benigna, exantema medicamentoso, doença óssea, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, demência, diabetes mellitus tipo 2, disfunção testicular, distúrbio da Pigmentação, doença cerebrovascular, oligospermia, osteoporose, trombocitopenia, acidente vascular cerebral, anemia, azoospermia, carcinoma, catarata, citopenia, depressão nervosa, disfunção cognitiva, dissonia, epilepsia, fraqueza muscular, hiperpigmentação, hipotonia, rabdomiólise, transtorno auditivo, tumos cordao sexual, insuficiência cardíaca, urticária e angioedema, pustulose exantemática aguda generalizada, pseudoporfiria, adenocarcinoma, adenoma, afta, apneia, apneia de sono, apneia obstrutiva do sono, arteriosclerose, autismo, bolha, carcinoma in situ, complicações na gravidez, degenerescência macular, demência vascular, diplopia, distúrbio da diferenciação sexual, doença da bexiga, doença de Alzheimer, eczema, eritema, eritema multiforme, espectro autista, estomatite, exantema, extrofia da bexiga, hipogonadismo, hipopigmentação, hipospádia, insônia, lesões orais, melanose, menorragia, mialgia, miosite, neuropatia óptica, nevralgia, pancreatite, paresia, patologia uterina, perda auditiva sensorioneural, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, polimialgia reumática, prostatite, retinopatia, sangramento uterino anormal, síndrome coronária aguda, surdez, taupatia, transtorno global do desenvolvimento, transtorno respiratório, transtorno somatoforme, trombose e vitiligo.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Íris que ondula e prolapsa durante a facectomia, com a pupila fechando no meio da cirurgia. Basta ter usado bloqueador alfa-1 alguma vez, mesmo anos antes — por isso a pergunta entra na consulta pré-operatória, e suspender na véspera não resolve.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Centenas de pústulas estéreis sobre pele vermelha, em dois a três dias. Confunde-se com psoríase pustulosa e com infecção — e a cultura vem negativa.
Bolhas e fragilidade no dorso das mãos iguais às da porfiria cutânea tardia, com porfirinas normais. Naproxeno em criança e furosemida em diálise são os cenários de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.