Broncoespasmo
AEstabelecidoRespiratóriaImediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
- Relatos no FAERS:
- 32
- ROR:
- 3,3 (IC 95% 2,3–4,6)
- Literatura:
- 20 de 46 artigos
Que lesão de órgão adenosina pode causar? broncoespasmo, dispneia, torsades de pointes, bloqueio atrioventricular, arritmia cardíaca, bloqueio de ramo, transtorno respiratório, taquicardia, fibrilação auricular, doença dos brônquios, bradicardia, taquicardia ventricular, coronariopatias, parada cardíaca, angina, fibrilhação ventricular, infarto do miocárdio, hipotensão arterial, vasoespasmo coronariano, doença cerebrovascular, hiperemia, sangramento gastrointestinal, perda de consciência, síncope, trombose, acidente vascular cerebral, lesão hepática medicamentosa, flutter atrial, hiperalgesia, nefropatia, perturbação sensorial, taquicardia supraventricular, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, complicações na gravidez, insuficiência renal, miopatia, rabdomiólise, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, lesão renal aguda, convulsão, exantema medicamentoso, anafilaxia, apneia, artrite, artropatia, contração ventricular prematura, disfunção ventricular esquerda, doença pulmonar obstrutiva, hemorragia intracraniana, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, linfoma, pneumonia, respiração de Cheyne-Stokes, transtornos linfoproliferativos, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, trombocitopenia, neuropatia periférica, urticária e angioedema, aborto espontâneo, anemia, angioedema, apneia central do sono, apneia de sono, arteriosclerose, artropatia por deposição de cristais, asma, aterosclerose, cardiopatia congênita, catalepsia patológica, catatonia, cirrose hepática, citopenia, coagulopatia, colite, dissonia, doença arterial periférica, doença autoimune, doença genética, doença pulmonar obstrutiva crônica, encefalomielite autoimune experimental, enfisema pulmonar, enxaqueca, eritema, erro metabólico hereditário, gastroenterite, gota, hematoma subdural, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hipersensibilidade respiratória, infarto cerebral, insuficiência renal crônica, mielopatia, necrose tubular aguda, neoplasia das vias respiratórias, osteoartrite, perda do embrião, prurido, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, retinopatia, síndrome complexa de dor regional, síndrome coronária aguda, síndrome de Adams-Stokes, síndrome de Sweet, síndrome de Wolff-Parkinson-White, síndrome do nó sinusal, taquicardia sinusal, transtornos do humor, traumatismo craniano, trombofilia, tumor pulmonar e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.