Adenosina

Que lesão de órgão adenosina pode causar? broncoespasmo, dispneia, torsades de pointes, bloqueio atrioventricular, arritmia cardíaca, bloqueio de ramo, transtorno respiratório, taquicardia, fibrilação auricular, doença dos brônquios, bradicardia, taquicardia ventricular, coronariopatias, parada cardíaca, angina, fibrilhação ventricular, infarto do miocárdio, hipotensão arterial, vasoespasmo coronariano, doença cerebrovascular, hiperemia, sangramento gastrointestinal, perda de consciência, síncope, trombose, acidente vascular cerebral, lesão hepática medicamentosa, flutter atrial, hiperalgesia, nefropatia, perturbação sensorial, taquicardia supraventricular, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, complicações na gravidez, insuficiência renal, miopatia, rabdomiólise, hemorragia alveolar difusa, cardiomiopatia, lesão renal aguda, convulsão, exantema medicamentoso, anafilaxia, apneia, artrite, artropatia, contração ventricular prematura, disfunção ventricular esquerda, doença pulmonar obstrutiva, hemorragia intracraniana, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, linfoma, pneumonia, respiração de Cheyne-Stokes, transtornos linfoproliferativos, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, trombocitopenia, neuropatia periférica, urticária e angioedema, aborto espontâneo, anemia, angioedema, apneia central do sono, apneia de sono, arteriosclerose, artropatia por deposição de cristais, asma, aterosclerose, cardiopatia congênita, catalepsia patológica, catatonia, cirrose hepática, citopenia, coagulopatia, colite, dissonia, doença arterial periférica, doença autoimune, doença genética, doença pulmonar obstrutiva crônica, encefalomielite autoimune experimental, enfisema pulmonar, enxaqueca, eritema, erro metabólico hereditário, gastroenterite, gota, hematoma subdural, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hipersensibilidade respiratória, infarto cerebral, insuficiência renal crônica, mielopatia, necrose tubular aguda, neoplasia das vias respiratórias, osteoartrite, perda do embrião, prurido, púrpura, púrpura trombocitopênica trombótica, retinopatia, síndrome complexa de dor regional, síndrome coronária aguda, síndrome de Adams-Stokes, síndrome de Sweet, síndrome de Wolff-Parkinson-White, síndrome do nó sinusal, taquicardia sinusal, transtornos do humor, traumatismo craniano, trombofilia, tumor pulmonar e vasculite.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Broncoespasmo

AEstabelecidoRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Relatos no FAERS:
32
ROR:
3,3 (IC 95% 2,34,6)
Literatura:
20 de 46 artigos

Torsades de pointes

BProvávelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
6 de 10 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Relatos no FAERS:
16
ROR:
7,5 (IC 95% 4,612,2)
Literatura:
12 de 34 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
21 de 62 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
9 de 864 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 16 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
3 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
3 artigos

Hemorragia alveolar difusa

CPossívelRespiratória

Queda de hemoglobina com infiltrado bilateral, e hemoptise em menos da metade dos casos — a ausência dela não afasta. O lavado que clareia progressivamente confirma à beira do leito.

Literatura:
2 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
2 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.