Infarto do miocárdio
BProvávelCardíacaPor vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
- Relatos no FAERS:
- 1.160
- ROR:
- 3,7 (IC 95% 3,4–3,9)
- Literatura:
- 5 de 5 artigos
Que lesão de órgão nilotinibe pode causar? infarto do miocárdio, derrame pleural, exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, hipertensão pulmonar, pneumonite intersticial, lesão renal aguda, arteriosclerose, aterosclerose, doença arterial periférica, doença cerebrovascular, nefropatia, hipertensão arterial, insuficiência renal, doença ocular, pancreatite, exantema, isquémia cerebral, lesão pulmonar, prolongamento do intervalo QT, trombocitopenia, anemia aplástica, pericardite, fibrose pulmonar, agranulocitose, síndrome nefrótica, neuropatia periférica, insuficiência hepática aguda, cirrose hepática, coronariopatias, arritmia cardíaca, doença arterial coronária, queratose, acidente vascular cerebral, alopécia, carcinoma, citopenia, doença autoimune, doença de darier, doença genética, estenose da artéria carótida, gastroenterite, insuficiência hepática, lesão pulmonar aguda, leucemia, leucemia mieloide, leucemia mieloide crônica, neoplasia mieloproliferativa, trombose, pneumonia intersticial não específica, anemia, carcinogênese, carcinoma espinocelular, derrame pericárdico, diabetes mellitus, disfunção ventricular esquerda, displasia, doença da tireoide, doença desmielinizante, insuficiência renal crônica, leucemia linfoide, leucopenia, líquen plano, psoríase, sangramento gastrointestinal, tumor de pele, torsades de pointes, adenocarcinoma, ametropia, angina, angiodisplasia, aplasia de medula óssea, calázio, cardiopatia congênita, cisto, colite, complicações na gravidez, diátese hemorrágica, distúrbio da Pigmentação, doença de Moyamoya, doença de Raynaud, enterocolite, epilepsia, eritema, escorbuto, espasmo, estenose da artéria renal, fibrose pulmonar idiopática, foliculite, gastrite, hiperalgesia, hipertensão arterial pulmonar, hipotiroidismo, infarto cerebral, lúpus eritematoso sistêmico, miopatia, neutropenia, paniculite, pênfigo, perturbação sensorial, pitiríase, pitiríase rubra pilar, pneumonia intersticial idiopática, polineuropatia, prurido, retinopatia, rosácea, sarcoma, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, síndrome de Sweet, taquicardia, taquicardia ventricular, transtornos linfoproliferativos, tumor do pâncreas, úlcera e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Instala-se em meses e pode não regredir. A história dos anorexígenos é o motivo de a classe inteira ser vigiada.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Vidro fosco com reticulado poupando a região subpleural, homogêneo no tempo — e é justamente a homogeneidade que separa da fibrose pulmonar idiopática. Padrão frequente de dano por metotrexato, amiodarona e quimioterápico, e o que mais melhora ao suspender.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.